- Fernanda Abreu comemora os 30 anos do álbum “Da lata” com um projeto que inclui documentário, livro, vinil e remix.
- A celebração ocorre em 8 de setembro, data em que a artista completa 64 anos.
- O documentário “Da lata — 30 anos”, dirigido por Paulo Severo, apresenta registros inéditos das gravações e depoimentos sobre a importância do álbum.
- O álbum “Da lata” foi reconhecido pela revista Billboard como o melhor álbum latino-americano de 1995.
- Fernanda Abreu reflete sobre a tecnologia na música e a importância do acesso a equipamentos modernos para artistas negros.
Fernanda Abreu celebra 30 anos de “Da lata” com projeto especial
Fernanda Abreu, ícone da música pop brasileira, comemora os 30 anos do álbum “Da lata” com um projeto multifacetado que inclui um documentário, um livro, um vinil e uma faixa remix. A celebração ocorre no dia 8 de setembro, data em que a artista também completa 64 anos.
O documentário, intitulado “Da lata — 30 anos”, é dirigido por Paulo Severo e produzido pela Garota Sangue Bom e pela TV Zero. Ele apresenta registros inéditos das gravações do disco, que ocorreram tanto no Rio de Janeiro quanto em Londres. Além disso, o filme traz bastidores da sessão de fotos da capa, imagens das filmagens dos videoclipes e depoimentos atuais sobre a relevância do álbum na música brasileira.
Fernanda destaca a importância do projeto, afirmando que celebrar os 30 anos desse trabalho é um marco não apenas em sua trajetória, mas também para a música pop no Brasil. O álbum “Da lata” foi reconhecido pela revista Billboard como o melhor álbum latino-americano de 1995, um feito que a artista relembra com orgulho.
Reflexões sobre o suingue carioca
Em uma entrevista ao GLOBO, Fernanda Abreu compartilhou suas reflexões sobre a tecnologia na música e o verdadeiro “suingue carioca”. Ela mencionou que, ao criar o álbum, buscou misturar o sentimento brasileiro com elementos culturais, como o batuque da lata, que representa a desigualdade social no Brasil. A artista também fez uma previsão sobre o uso de novas tecnologias na música, sugerindo que a verdadeira expressão do suingue carioca viria quando mais artistas negros tivessem acesso a equipamentos modernos.
O projeto não só celebra um marco na carreira de Fernanda, mas também provoca uma reflexão sobre a evolução da música brasileira e suas raízes culturais.
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