- Evandro Fióti, empresário e músico, enfrenta um novo capítulo após a morte de sua mãe, Jacira Roque de Oliveira, em julho de 2025.
- A relação entre Fióti e seu irmão, o rapper Emicida, deteriorou-se devido a disputas financeiras pela Laboratório Fantasma, empresa que fundaram em 2009.
- Após a morte da mãe, os irmãos tentam reconciliar suas diferenças, com conversas respeitosas sobre a situação.
- Fióti lança a canção “Se acolhe”, que aborda saúde mental e a influência de sua mãe, com lançamento previsto para setembro.
- Ele planeja um álbum com colaborações de artistas como Rael e Rashid, e deseja continuar dando consultoria a outros músicos.
Um novo capítulo se inicia na vida de Evandro Fióti, empresário e músico, após a morte de sua mãe, Jacira Roque de Oliveira, em julho de 2025. A relação entre Fióti e seu irmão, o rapper Emicida, havia se deteriorado devido a disputas financeiras pela Laboratório Fantasma, empresa que fundaram em 2009. Em abril, Emicida acusou Fióti de saques indevidos de R$ 6 milhões, levando a um afastamento entre os irmãos.
A morte de Jacira, figura central na vida e carreira deles, trouxe um momento de reconciliação. Fióti comentou que a conversa entre eles foi respeitosa e que ambos desejam resolver suas diferenças. A Laboratório Fantasma, que se tornou um negócio milionário, nasceu no seio da família e representa uma história de amor e superação.
Retorno à Música
Fióti retoma sua carreira musical com o lançamento da canção “Se acolhe”, que aborda saúde mental e a influência de sua mãe. A música, que será lançada nas plataformas de streaming em setembro, foi composta em um momento de crise pessoal e profissional em 2021. Fióti destaca a importância de cantar para si mesmo antes de se apresentar ao público.
A canção abre com um poema recitado por Jacira, que sempre incentivou os filhos a buscarem a arte. Fióti revela que a música ganhou um simbolismo ainda maior após a morte da mãe, refletindo temas de fé, esperança e amor-próprio. Ele planeja um álbum com 9 a 12 faixas, que contará com colaborações de artistas como Rael e Rashid.
Caminhos Futuros
Fióti também expressou o desejo de continuar dando consultoria a outros artistas, mesmo enquanto traça seu novo caminho como músico. Ele enfatiza que a história da Laboratório Fantasma não será apagada, e que ainda é sócio da empresa. O artista espera que a relação com Emicida se restabeleça de forma pacífica, permitindo que ambos sigam seus caminhos.
Com um espetáculo que promete abordar temas de ancestralidade e amor, Fióti busca manter viva a memória de sua mãe em sua nova fase artística. Ele afirma que a música é uma forma de honrar Jacira e de se reconectar com sua essência.
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