- Ed Sheeran lançou seu oitavo álbum de estúdio, “Play”, na última sexta-feira.
- A primeira faixa, “Opening”, aborda a perda de amigos e desafios pessoais, incluindo a luta de sua esposa contra o câncer.
- Em entrevista, Sheeran comentou que não vê novos artistas como uma ameaça, afirmando que seu espaço é único.
- O álbum apresenta novas influências, como a música “Azizam”, que incorpora elementos persas, e “Sapphire”, uma colaboração com compositores indianos.
- Sheeran também falou sobre as controvérsias de plágio, defendendo sua posição e afirmando que não cometeu irregularidades.
Ed Sheeran lançou seu oitavo álbum de estúdio, “Play”, na última sexta-feira, trazendo à tona suas lutas emocionais e um novo otimismo. A primeira faixa, “Opening”, aborda a perda de amigos e desafios pessoais, incluindo a batalha de sua esposa contra o câncer e questões legais sobre plágio. O artista reflete sobre sua trajetória e expressa uma leve cautela em relação aos novos talentos que emergem na cena pop.
Em entrevista ao Popcast, Sheeran comentou sobre a nova geração de cantores, afirmando que não vê os novos artistas como uma ameaça ao seu espaço. “Meu espaço é meu espaço,” disse ele, enfatizando que não está pronto para ceder. O álbum marca um retorno ao otimismo, contrastando com os temas sombrios de seus trabalhos anteriores. Canções como “Camera” e “In other words” evocam a melodia de sucessos passados, como “Perfect” e “Thinking out loud”.
Novas Influências Musicais
“Play” também apresenta novas influências, incluindo a primeira música de Sheeran com elementos persas, “Azizam”, e uma colaboração com compositores indianos, “Sapphire”. Apesar de reconhecer que essas faixas podem não alcançar o mesmo sucesso que seus hits anteriores, ele está disposto a explorar novos caminhos. “Estou valorizando a família,” afirmou, referindo-se ao seu papel como pai e marido.
Sheeran também abordou as controvérsias em torno de suas composições. Ele admitiu ter chegado a acordos em processos judiciais, mas defendeu sua posição, afirmando que não cometeu plágio. “Não fiz nada de errado,” declarou, ressaltando que a luta legal foi necessária para proteger sua arte.
O artista, que já enfrentou críticas e comparações ao longo de sua carreira, continua a se reinventar e a buscar novas sonoridades, enquanto reflete sobre suas experiências pessoais e profissionais.
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