- O Brasil foi a maior delegação no Bogotá Music Market 2025, realizado na Colômbia.
- Quatro DJs brasileiros se apresentaram pela primeira vez no evento, representando diversas vertentes da música eletrônica.
- Os artistas Felipe Gordon, Trepanado, Zopelar e Badsista levaram a diversidade sonora brasileira ao público.
- Djeizza, artista paranaense, fez sua estreia internacional com um set que mistura funk e sonoridades eletrônicas latino-americanas.
- O evento visa fortalecer laços comerciais e culturais entre Brasil e Colômbia, com a participação de artistas brasileiros destacando a importância do intercâmbio cultural.
O Brasil se destacou como a maior delegação no Bogotá Music Market 2025, evento que ocorreu na capital colombiana e que pela primeira vez incluiu DJs em sua programação. Quatro artistas brasileiros representaram diferentes vertentes da música eletrônica, reforçando a conexão cultural entre Brasil e Colômbia.
Os DJs Felipe Gordon, Trepanado, Zopelar e Badsista foram os responsáveis por levar a diversidade sonora brasileira ao evento. Djeizza, artista paranaense, também fez sua estreia internacional, apresentando um set que mescla funk e outras sonoridades eletrônicas latino-americanas. “O eletrônico brasileiro se destaca pela conexão que todos têm com a música, com referências que vão da MPB ao funk”, afirmou Djeizza.
O Bogotá Music Market, que já ocorre há 14 anos, teve a participação de artistas brasileiros como parte de uma estratégia para fortalecer laços comerciais e culturais. Fernando Nascii, DJ e organizador da festa Gop Tun, destacou a importância de descobrir talentos locais e trocar experiências com organizadores da região. “A energia comum aproxima artistas e festivais”, disse.
A música eletrônica é um dos principais segmentos da indústria do entretenimento na América Latina, com Brasil e México somando cerca de 30 milhões de ouvintes mensais. Apesar das dificuldades enfrentadas por coletivos menores, o contato entre os países tem crescido, promovendo um intercâmbio cultural significativo. Violeta Parra de Moya, diretora do BOmm, ressaltou que o Brasil possui um mercado musical forte, mas deve também investir na música colombiana, já que os sons são familiares.
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