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Ex-gerente do Guns N’ Roses processa banda por disputa de memórias

Alan Niven entra com ação contra o Guns N’ Roses para afastar a cláusula de confidencialidade do buyout; lançamento de Sound N’ Fury fica para 2026

Guns N' Roses in 1987, early in the tenure of their former manager Alan Niven.
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  • Alan Niven, ex-gerente do Guns N’ Roses entre 1986 e 1991, entrou com ação contra a banda questionando a validade da cláusula de confidencialidade de um acordo de buyout.
  • O processo afirma que nem todos os membros assinaram o acordo, incluindo Axl Rose, e que Slash e Duff McKagan teriam violado o pacto ao comentarem de forma negativa sobre ele.
  • A ação alega que a cláusula é inválida e inaplicável e que a pressão da banda contribuiu para atrasos no lançamento do livro Sound N’ Fury: Rock N’ Roll Stories, previsto para 2026.
  • Niven diz que houve comunicações entre 2015 e 2018 que incentivaram a escrita do livro e que a banda enviou, em maio, uma carta à ECW Press alegando violação do acordo, o que resultou no estoque de milhares de cópias não lançadas.
  • O caso busca a declaração de não aplicabilidade da confidencialidade, alegações de interferência contratual e eventual compensação por custos de armazenamento e demais danos.

Alan Niven, ex-gerente do Guns N’ Roses, entrou com uma ação judicial contra a banda, contestando a validade de uma cláusula de confidencialidade em um acordo de buyout. O processo questiona a alegação da banda de que seu novo livro, *Sound N’ Fury: Rock N’ Roll Stories*, viola esse acordo, que, segundo Niven, não foi assinado por todos os membros, incluindo Axl Rose.

O litígio, que já atrasou o lançamento do livro, agora está previsto para 2026. Niven argumenta que a cláusula de confidencialidade é inválida e inaplicável, uma vez que ele mesmo foi alvo de declarações prejudiciais feitas por membros da banda. O ex-gerente afirma que tanto Slash quanto Duff McKagan violaram o acordo ao comentar sobre sua pessoa de forma negativa.

Além disso, Niven destaca que a banda nunca se opôs quando ele respondeu a comentários feitos sobre ele na mídia. Ele também menciona que, entre 2015 e 2018, teve comunicações com membros do Guns N’ Roses que incentivaram a escrita do livro. A ação judicial ressalta que a banda enviou uma carta ao editor, ECW Press, em maio, alegando que o livro infringia o acordo, o que resultou em milhares de cópias do livro armazenadas sem lançamento.

Detalhes do Litígio

O processo de Niven busca a declaração de não aplicabilidade do acordo de confidencialidade e acusa a banda de interferência contratual. Ele alega que a pressão da banda fez com que o lançamento do livro fosse adiado repetidamente, acumulando custos de armazenamento. O autor do livro busca compensação e uma decisão judicial que reconheça as quebras contratuais por parte da banda.

O caso destaca as tensões entre Niven e os membros do Guns N’ Roses, refletindo uma disputa que remonta à época em que ele foi gerente da banda, entre 1986 e 1991. A situação continua a evoluir enquanto o público aguarda o lançamento de *Sound N’ Fury*.

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