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Mitski escolhe os gatos mais legais da história

Mitski revela seus gatos mais icônicos da cultura global como inspiração para o novo álbum, com lançamento em 27 de fevereiro

Mitski and a cat
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  • Mitski lança o oitavo álbum, Nothing’s About to Happen to Me, previsto para 27 de fevereiro, com tema sobre uma mulher excêntrica que busca liberdade em um lar feito por ela mesma, segundo a artista.
  • Em entrevista à Rolling Stone, ela apresenta os cinco gatos mais culturalmente importantes de todos os tempos, como inspirações para suas canções.
  • Jiji, do filme Kiki’s Delivery Service, é citado como exemplo de uma relação de mãe e filha que pode perder a magia, levando a uma ideia de seguir em frente.
  • A ideia de Freya, deusa nórdica, conduzindo seu carro puxado por gatos é mencionada, com menção histórica de que o gato também influenciou ensinamentos sobre gentileza em relatos islâmicos.
  • Entre outras referências, Mitski cita o gato de Natsume Sōseki, em I Am a Cat, e Salem, o gato falante da série Sabrina, a Jovem Bruxa, como influências de representações felinas na cultura popular.

A cantora Mitski prepara o lançamento de um novo álbum, intitulado Nothing’s About to Happen to Me, com estreia prevista para 27 de fevereiro. O trabalho aborda uma mulher excêntrica que encontra liberdade em um mundo criado pela própria protagonista. O tema inclui referências culturais a gatos ao longo da narrativa musical.

Em entrevista à Rolling Stone, Mitski revela que o disco explora a relação entre humano e animal como parte de uma construção de identidade. A artista também comenta a presença recorrente de felinos em suas referências artísticas, desde obras icônicas até personagens de séries e romances.

Gatos que inspiram Mitski

Jiji, do filme Kiki’s Delivery Service, é citado como exemplo de perda de magia na vida adulta, quando a protagonista não pode mais se comunicar com seu familiar felino. A autora usa a imagem do gato para discutir renovação de força pessoal e novos caminhos.

As gatas e gatos associados à deusa Freya aparecem como símbolos de poder e mobilidade. Mitski menciona que a capacidade de dois felinos negociarem com a deusa em sua carruagem é uma metáfora para liderança e influência.

O felino da obra I Am a Cat, de Natsume Sōseki, é lembrado pela autora como a primeira obra literária a apresentar a visão de um gato sobre a vida humana, evidenciando mudanças no tratamento de animais na sociedade japonesa.

Salem, gato falante da série Sabrina, é citado como exemplo de presença felina em família. Mitski aponta que produções populares que retratam gatos como parte da rotina doméstica ajudam a desconstruir a visão de gatos como objetos de decoração.

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