- O Philharmonia apresenta o show Forged in Sound: Heavy Metal Orchestrated, dentro do festival Multitudes, no Southbank Centre, na próxima semana.
- Metal e música clássica são vistos como parentes pela busca de volume, virtuosidade e espetáculo, andando de Black Sabbath a Stravinsky e de Vivaldi a Van Halen.
- o texto cita Paganini e rumores de satanismo na história, além de mostrar como a guitarra do metal foi moldada na tradição clássica (exemplos de Blackmore, Kreutzer e Eruption).
- há a ideia de colaborações mais extremas, como Napalm Death com orquestra, mas ainda não ocorreu; o texto sugere que haveria desafio técnico e conceitual.
- na Royal Opera, Parsifal é colocado em confronto com Götterdämmerung na temporada, com expectativa sobre as performances e o impacto emocional para o público.
O Philharmonia apresentará o show Forged in Sound: Heavy Metal Orchestrated, em parceria com o Multitudes festival do Southbank Centre. O concerto une música clássica e heavy metal, com arranjos orquestrais de peças de metal e de repertório clássico.
A proposta é explorar as semelhanças entre os gêneros: virtuosidade, velocidade e demonstração de instrumentação, de Stravinsky a Van Halen, passando por Vivaldi. O objetivo é ampliar o diálogo entre tradição e transgressão musical.
Os produtores destacam que o encontro não é novidade: metal já bebeu da fonte clássica desde o início. O texto cita exemplos de músicos que modelaram solos e técnicas a partir de obras barrocas e clássicas.
Entre as referências destaca-se a ideia de ampliar a intensidade, velocidade e timbres extremos. A proposta, segundo a crítica, é testar os limites sem abandonar o foco técnico que rege ambos os estilos.
O artigo também aponta fronteiras ainda não exploradas pela orquestra. Em especial, menciona a possibilidade de colaborações com bandas de subgênero extremo, como Napalm Death, para cenários futuros de palco e sonoridade.
No panorama de ópera, o texto menciona a nova temporada da Royal Opera. Há expectativa sobre Parsifal, contrato entre Regente e régua de lideranças, e a comparação com Götterdämmerung no ciclo Ring.
Ao fim, o texto recomenta acompanhar as avaliações sobre as encenações de Wagner. O público aguarda performances que equilibram tradição, inovação e a força dramática característica do repertório.
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