- Bar Guanabara, fundado em mil novecentos e dez, fica na avenida São João, centro de São Paulo, e é dirigido por Edson Pinto; o bar recebeu o selo Valor Cultural da Cidade de São Paulo.
- O espaço já foi ponto de encontro da elite cultural e musical da cidade, com participação de artistas como Elis Regina, Sílvio Caldas, Benito di Paula e Adoniran Barbosa.
- Em junho do ano passado, Nelson de Abreu Pinto, ancestral de Edson, faleceu; Edson assumiu a gestão e retomou a tradição musical do bar.
- A música voltou a ser tema com apresentações de quinta-feira, ao vivo com happy hour, e almoços de sábado com feijoada; há curadoria de Guga Stroeter para o repertório de choro, samba e MPB clássica.
- Na cozinha, o chef Rafael Spencer mantém pratos tradicionais, como filé à parmegiana e coxa creme, mantendo a decoração que remete a época histórica do Guanabara.
O Bar Guanabara, tradicional espaço do centro de São Paulo, retomou a tradição musical antiga mantendo o cardápio de qualidade. Sob gestão de Edson Pinto, o bar que data de 1910 volta a investir em apresentações ao vivo e em um ambiente que remete à memória cultural da cidade. A ideia é unir música de qualidade e gastronomia em um único passeio.
O bar fica na Avenida São João, região central, onde a decoração resgata referências históricas. O movimento de retomada começou após o falecimento de Nelson de Abreu Pinto, em junho do ano passado, que havia herdado a marca e transferido o Guanabara para o atual ponto.
Edson Pinto assumiu o projeto cultural com uma curadoria musical voltada ao choro, ao samba e à MPB clássica. O projeto é coordenado pelo produtor Guga Stroeter, buscando manter a linha histórica do espaço como ponto de encontro cultural.
A música ganhou espaço às noites de quinta, com happy hour, e aos almoços de sábado, durante a tradicional feijoada. A ideia é ampliar a programação e ampliar o foco em repertório de choros ao longo da semana.
Na cozinha, o chef Rafael Spencer comanda o cardápio, preservando itens tradicionais como coxa creme e filé à parmegiana. O Guanabara mantém ainda uma atmosfera nostálgica com itens como caixa registradora antiga e telefone de parede.
A equipe de atendimento também faz parte da experiência, com funcionários há décadas no bar. Garçons com 30 a 50 anos de casa mantêm o serviço marcado pela conversa com o cliente e pelo uniforme de época, elemento que reforça a identidade do Guanabara.
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