- Chico Buarque é reconhecido na cultura brasileira pela contribuição à MPB e pelas atuações nas artes cênicas, em teatro e cinema.
- Em 2024, o crítico Carlos Alberto Mattos criou o site-livro Chico Buarque — Ele faz cinema para catalogar músicas, filmes, documentários e peças ligados ao artista.
- O site surgiu após Mattos ler Cine Subaé, livro de Caetano Veloso sobre cinema que focaliza Chico, e decidir reunir as relações entre a obra dele e o cinema.
- Mattos afirma ter dado um ano e meio de pesquisa, analisando as músicas em filmes e documentários, adaptações de livros e peças para as telas, além da atuação de Chico.
- A trajetória de Chico inclui participação marcante no Festival da Record, em 1966, filmes como Retrato em branco e preto e Quando o carnaval chegar, além de peças teatrais e livros publicados entre 1995 e 2019.
Chico Buarque de Hollanda, referência da cultura brasileira, tem destaque nas artes cênicas além de sua contribuição para o cancioneiro. O artista, ligado à MPB e a um posicionamento histórico, atua tanto no cinema quanto no teatro, ampliando seu legado.
A novidade é a criação de um site-livro dedicado ao seu cinema, organizado pelo crítico Carlos Alberto Mattos. O projeto, intitulado Chico Buarque — Ele faz cinema, reúne músicas, documentários, filmes e análises sobre a interação entre a obra do cantor e escritor e o audiovisual.
Segundo Mattos, o site foi criado após uma leitura de Cine Subaé, publicado pela Companhia das Letras, que reuniu textos de Caetano Veloso sobre cinema relacionados a Chico. Ocritico descreve o trabalho como uma síntese da relação de Chico com o cinema e a atuação.
A trajetória de Chico no audiovisual começa em 1966, no Festival da Record, quando venceu ao interpretar a música original A banda. O resultado abriu portas no cinema, com participação em Retrato em branco e preto dois anos depois, marcando sua entrada como ator.
Ao longo da carreira, o artista desenvolveu trabalhos teatrais relevantes, como Ópera do malandro (1968), Gota d’água (1975) e Grande circo Místico (2021). Também publicou livros entre 1995 e 2019, incluindo Calabar, Budapeste e Irmão Alemão, ampliando seu alcance cultural.
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