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Universal Music reduz participação no Spotify ante interesse de Bill Ackman

Ackman pressiona; UMG venderá metade de sua participação de 3,16% no Spotify para sustentar recompra de até €1 bilhão, com parte destinada a artistas

Na mira de Bill Ackman, Universal Music aperta "pause" e vende parte da fatia no Spotify
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  • Universal Music Group pretende vender metade de sua participação de 3,16% no Spotify, avaliada em US$ 2,9 bilhões, para remunerar acionistas.
  • A operação financia um programa de recompra de ações de até € 1 bilhão (US$ 1,17 bilhão), com parte dos recursos compartilhada com artistas por meio da chamada “cláusula Taylor Swift”.
  • A venda ocorre sob pressão do investidor ativista Bill Ackman, que já tentou comprar a gravadora; as ações da UMG caíram cerca de 22,5% em doze meses.
  • No primeiro trimestre, a UMG registrou receita de € 2,9 bilhões e Ebitda ajustado de € 636 milhões, resultados levemente abaixo das expectativas.
  • A proposta de Ackman envolve avaliação da empresa em torno de € 55,7 bilhões; a negociação inclui opções entre dinheiro e ações para os acionistas.

A Universal Music Group (UMG) anunciou que vai vender metade de sua participação de 3,16% no Spotify, avaliada em US$ 2,9 bilhões. A operação visa remunerar acionistas por meio de um programa de recompra de até € 1 bilhão, em resposta à pressão do investidor Bill Ackman e à desvalorização das ações.

A medida ocorre após Ackman ter apresentado uma proposta de aquisição da empresa, em meio a quedas acumuladas de 22,5% no valor de mercado em 12 meses. A transação também busca equilibrar disciplina de capital com as necessidades de liquidez da gravadora.

Segundo a UMG, parte dos recursos da venda será compartilhada com artistas, conforme a cláusula conhecida por envolver Taylor Swift, instituída em 2018. A decisão não altera o objetivo de fortalecer o balanço da companhia.

No primeiro trimestre, a UMG registrou receita de € 2,9 bilhões, pouco acima ou abaixo das estimativas conforme a fonte, e um Ebitda ajustado de € 636 milhões. Os números refletem a volatilidade cambial que afetou o setor.

Ackman considera a gestão da UMG sólida, mas aponta fatores como o atraso na listagem nos EUA e a subutilização do balanço como razões para a desvalorização das ações. A proposta de 2021 da Pershing Square voltou a entrar em pauta com a nova venda.

Contexto financeiro e próximos passos

A venda da fatia do Spotify pode fechar ainda neste trimestre, dependendo da receptividade entre acionistas. Caso a operação se concretize, a recompra de ações pode ultrapassar € 1 bilhão, com parte destinada aos artistas conforme cláusula existente.

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