- Matuto S.A. lança o álbum Terra Vermelha: Do Interior pro Interior, em março de 2026, explorando a relação entre tradição e contemporaneidade no rap brasileiro.
- O projeto parte do conceito de “Regional Beat” e propõe uma leitura própria do rap a partir do interior.
- Terra Vermelha reúne 16 faixas que dialogam com rap, reggae, jazz e música caipira, com a viola como elemento central.
- A viola vai além de um recurso sonoro, funcionando como símbolo de conexão entre diferentes tempos e culturas.
- O artista descreve o Regional Beat como um movimento que envolve diversas linguagens além da música, tornando o disco um documento da pesquisa estética em curso.
O rapper Matuto S.A. lança o álbum Terra Vermelha: Do Interior pro Interior, em março de 2026. O projeto consolida o conceito de Regional Beat, propondo uma leitura própria do rap brasileiro a partir do interior.
O disco reúne 16 faixas que transitam entre rap, reggae, jazz e música caipira. A viola caipira aparece como elemento central, conectando tempos e culturas distintas.
O trabalho é apresentado como continuação de uma pesquisa estética que Matuto vem desenvolvendo há anos, com o Regional Beat visto como movimento que envolve diversas linguagens além da música.
Conceito e construção musical
O álbum utiliza a viola não apenas como instrumento, mas como símbolo de conexão entre tradições e modernidade, segundo o artista, em entrevista ao veículo de divulgação. A proposta busca ampliar a percepção sobre o rap regional no país.
Matuto descreve Terra Vermelha como um documento de uma pesquisa que já estava amadurecida antes do lançamento, reforçando a ideia de que o Regional Beat é eixo criativo do projeto. Fontes coincidem com a leitura do artista.
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