- O livro “O negro, de bom escravo a mau cidadão?”, de Clóvis Moura; Emicida afirma que Moura coloca o negro como sujeito político ativo na formação da sociedade brasileira. O texto listado também destaca “O Último Teorema de Fermat”, de Simon Singh, com a ideia de que uma curiosidade pode levar a resolver um problema antigo, superando dificuldades.
- “Extinção da Internet”, de Geert Lovink; Emicida define como um livro que discute beleza, colapso e a importância de nomear as coisas como realmente são. Já “Geografia da Fome e Geopolítica da Fome”, de Josué de Castro, é apresentado por ele como clássico do Brasil que quase rendeu um Nobel da Paz.
- “As palavras e os danos”, de Jacques Rancière e Javier Bassas; Emicida aponta a relação entre palavra, linguagem, arte e política. Por fim, “Por que pessoas inteligentes cometem erros idiotas?”, de David Robson; o rapper diz que o livro ajuda a nomear o que pensamos e a compreender nossos preconceitos.
Emicida aparece na capa do novo álbum com referências literárias que ele considera fundamentais para a formação de pensamento crítico. A discussão fica ainda mais direta ao apresentar obras que também marcaram o trabalho do rapper, segundo ele, pela leitura que promovem. A foto de capa foi registrada por Walter Firmo e ganhou destaque na divulgação do projeto.
O material mostra títulos que transitam entre ciência, filosofia, geopolítica e teoria literária. O objetivo é oferecer ao público fontes para ampliar o repertório intelectual, alinhado ao conceito do álbum Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores, cuja identidade visual foi pensada para dialogar com temas de cidadania, agência política e sociedade.
O lançamento gerou expectativa entre fãs e leitores, que acompanham a divulgação de Emicida sobre as referências escolhidas. O artista fala, em entrevistas, sobre a função transformadora que a leitura pode ter na percepção de questões sociais e históricas. A lista de obras foi compartilhada pela equipe de imprensa do músico.
Livros que aparecem na capa do álbum
- O negro, de bom escravo a mau cidadão?, de Clóvis Moura: Emicida ressalta a leitura como instrumento para enxergar o negro como sujeito político ativo na formação brasileira.
- O Último Teorema de Fermat, de Simon Singh: segundo o rapper, a curiosidade impulsionou a solução de um problema histórico, demonstrando que persistência pode vencer grandes desafios.
- Extinção da Internet, de Geert Lovink: obra descrita como rebelde, aborda beleza, colapso e a necessidade de nomear as coisas de forma precisa.
- Geografia da Fome e Geopolítica da Fome, de Josué de Castro: clássico brasileiro cuja leitura é vista pelo artista como fundamental para compreender desigualdades e políticas públicas.
- As palavras e os danos, de Jacques Rancière e Javier Bassas: diálogo sobre a relação entre linguagem, arte e política, com foco na comunicação visual e verbal.
- Por que pessoas inteligentes cometem erros idiotas?, de David Robson: livro que incentiva a nomear processos mentais e preconceitos que afetam o pensamento cotidiano.
Todos os itens trazem breves descrições de como cada obra se conecta ao tema central do álbum e ao interesse de Emicida pela leitura como ferramenta de compreensão crítica. A publicação reforça o compromisso editorial com conteúdos informativos, sem opiniões pessoais, mantendo o foco na verificação de fatos e na neutralidade. A descrição de cada título privilegia o conteúdo e as motivações do artista, sem exteriorizar julgamentos.
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