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De PinkPantheress a Oklou: as estrelas empoderadas do hyperpop

Nova geração do hyperpop empodera artistas como Oklou e PinkPantheress, que usam produção própria e estética distinta para conquistar autonomia e alcance global

AUTODIDATA - Oklou no palco: liberdade de criar no computador (Matt Jelonek/Getty Images)
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  • Nova geração de cantoras do hyperpop se destaca pelo estilo alternativo e pelo controle sobre suas carreiras.
  • Marylou Maniel, hoje Oklou, lançou o álbum Choke Enough e atua na música eletrônica onírica; apresenta-se no C6 Fest, em São Paulo, no domingo, 24.
  • O hyperpop ainda envolve muitos produtores homens e influência de gravadoras, mas as novas artistas buscam autonomia e identidade próprias.
  • Principais nomes em ascensão: PinkPantheress, Slayyyter e Ninajirachi, com estilos que variam do pop eletrônico ao experimental.
  • As artistas fazem referência a legados de Kate Bush, Björk e Charli XCX, destacando a autonomia e a singularidade como pilares do movimento.

A nova geração de cantoras está ganhando espaço no hyperpop, movimento que quebra padrões da indústria. Entre as artistas em ascensão, Marylou Maniel, hoje conhecida como Oklou, encontrou no GarageBand um caminho criativo além do violoncelo de infância. O trabalho resulta em sonoridades ousadas, com influências de sopros e música eletrônica onírica.

Oklou, francesa, conquistou reconhecimento com o álbum Choke Enough, premiado pela crítica e ampliando sua audiência. Em festivais internacionais, ela já marcou presença em palcos de destaque, incluindo o C6 Fest de São Paulo, no domingo 24 desta edição. O estilo é descrito pela artista como pop para insetos, com forte dose experimental.

O movimento hyperpop reúne nomes que desafiam a indústria, mantendo controle criativo e autonomia. Entre as referências atuais estão PinkPantheress, de 25 anos, com recorde de visualizações no YouTube, além de Slayyyter, dos EUA, e Ninajirachi, da Austrália. Elas trazem sonoridades complexas e visuais marcantes, diferentes do mainstream.

A cena usa raízes de artistas como Kate Bush, Björk e Charli XCX para construir uma estética própria. Oklou celebra esse empoderamento com enfoque na originalidade e na autoria de seu trabalho, enfatizando autonomia sobre a indústria. A tendência aponta para uma música mais diversa e plural, com produções próprias.

(Fonte: VEJA, edição de 22 de maio de 2026)

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