- Barry Manilow, 82 anos, passou por cirurgia de câncer de pulmão em dezembro e retomou a turnê, após tratamento bem-sucedido sem metástase.
- Em paralelo, lançou o single Once Before I Go e prepara novo álbum e nova temporada de shows.
- O artista contou que ficou em UTI por uma semana devido a pneumonia, perdeu peso e teve a voz afetada, mas está melhor e quer realizar a turnê.
- Manilow descreveu sua trajetória de vida, incluindo carreira, relacionamentos, e o fato de ter assumido publicamente ser gay em dois mil e oitoess deve 2017, com Garry Kief ao lado.
- O álbum What a Time chega em cinco de junho; a turnê britânica começa em nove de junho.
Barry Manilow, 82, revelou que passou por cirurgia para câncer de pulmão em dezembro, cancelando parte da agenda. O tratamento foi bem-sucedido e o artista já planeja nova fase de shows, com disco e turnê em 2026. O anúncio reforçou que não houve disseminação da doença.
Em entrevista, o cantor descreve a internação por pneumonia e a recuperação como ponto decisivo para seguir em frente. Mesmo com a voz crocante, ele afirma estar pronto para retornar aos palcos, mantendo a intenção de realizar a tour mesmo diante de dúvidas sobre a performance vocal.
O momento também trouxe esclarecimentos sobre o cenário pessoal do artista. Manilow contou que revelou a orientação sexual apenas em 2017, após anos de acesso limitado à própria vida pública. Ele convive com Garry Kief desde 1978, com quem se casou no início dos anos 80.
O músico relembra a infância em Brooklyn, a relação com a mãe Edna e a figura do pai biológico, presente apenas esporadicamente. A convivência com a mãe foi marcada por apoio e risco, incluindo períodos de dificuldade. O relato mostra uma trajetória marcada pela resistência a pressões.
No aspecto profissional, Manilow reforça que se vê mais como músico que como cantor. Sua produção envolve parceria com diversos letristas, e o novo álbum What a Time tem lançamento previsto para 5 de junho, com uma turnê britânica iniciando em 9 de junho.
Em palcos ao longo de quatro décadas, o público feminino continua a apoiá-lo, com a tradição de presentes no ato performático. O artista afirma que prefere a honestidade com a plateia como forma de manter a conexão durante as apresentações.
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