- Após 13 anos de espera, a dupla Boards of Canada lançou o quinto álbum de estúdio, Inferno, em 2026.
- O grupo é formado por Michael Sandison e Marcus Eoin.
- Inferno mantém a assinatura atmosférica, mas traz texturas mais sombrias e diretas.
- Críticas elogiaram o trabalho, destacando a construção de mundo sonoro do álbum.
- O Uncut ressaltou a competência do conjunto em criar atmosferas conceituais com Inferno.
Após um hiato de 13 anos, a dupla de música eletrônica Boards of Canada lançou seu quinto álbum de estúdio, intitulado Inferno. O lançamento marca o retorno do duo formado por Michael Sandison e Marcus Eoin. O anúncio reforça a continuidade da assinatura sonora do grupo, agora com uma abordagem mais sombria.
Composição do duo permanece central no projeto, que continua a explorar atmosferas envolventes. A ideia é manter a essência analógica que caracteriza a discografia, ao mesmo tempo em que amplia as texturas sonoras para territórios mais diretos.
Inferno chega em meio às apostas da crítica sobre a evolução do grupo, que há anos acompanha a trajetória de Sandison e Eoin. A recepção inicial aponta para uma construção sonora conceitual, com foco em paisagens sonoras mais densas e imersivas.
Recepção da crítica
A imprensa especializada elogia a ambientação intensificada do álbum. Avaliadores destacam a capacidade do Boards of Canada de ampliar seu mundo sonoro sem perder a identidade estética. A produção é apontada como um passo claro na evolução do grupo.
No conjunto, analistas observam que o disco sustenta o clima sombrio e, ao mesmo tempo, mantém a curiosidade e a singularidade que marcam a carreira da dupla. A repercussão inicial sugere que Inferno amplifica a assinatura sonora sem abrir mão da qualidade de construção musical.
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