- Zizi Possi, de 70 anos, participou da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que homenageou Cazuza, no Theatro Municipal, no Centro do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira, 10.
- O evento celebrou o legado de Cazuza na cidade do Rio de Janeiro.
- A cantora afirmou que a música vive um momento difícil de reconhecimento e elogiou a produção do prêmio como madura e bonita.
- Sobre a geração atual, ela disse que nenhum artista chama sua atenção e afirmou: “adoraria gostar, mas não gosto”.
- Possi citou a percepção de que o número de pessoas em lives muitas vezes se sobresaí à qualidade do que é feito, chamando isso de “farinhas no mesmo saco”.
A cantora Zizi Possi participou da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, realizado no Theatro Municipal, no Centro do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira, 10. A homenagem foi dedicada ao cantor Cazuza e reuniu nomes da música brasileira.
Possi avaliou o cenário atual da música, destacando que, embora reconheça o evento pela sua importância conceitual e pela qualidade da produção, o momento do setor é visto por ela com ceticismo. Ela elogiou a organização e a profissionalização da cerimônia.
Na avaliação da cantora, há uma dificuldade de reconhecimento no cenário contemporâneo. Ela afirmou que não se identifica com artistas da geração atual, apontando uma percepção de falta de comprometimento com o que se faz e a priorização de métricas como o alcance de lives.
Segundo Possi, o que mais chama atenção é a impressão de que a quantidade de pessoas assistindo a uma live pesa mais do que a qualidade da performance. Ela descreveu esse fenômeno como uma diversidade de trabalhos que, para ela, não corresponde ao estilo que valoriza.
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