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Cacau em alta: Páscoa traz desafios e cuidados na escolha do chocolate saudável

A alta nos preços do cacau leva fabricantes a reduzir sua presença nos chocolates, alerta especialista. Verifique os rótulos e escolha com sabedoria.

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Os preços do cacau estão subindo muito, o que está afetando a produção de chocolate. Isso faz com que as empresas mudem suas receitas e coloquem menos cacau nos produtos. A Dra. Marcella Garcez, uma médica especialista em nutrição, alerta que muitos chocolates têm menos de 25% de cacau e são cheios de açúcar e aditivos. O preço do cacau aumentou de 3 mil para 8 mil dólares a tonelada em dois anos, principalmente por causa de problemas climáticos, como o El Niño, que afeta a produção na África. Com isso, as indústrias estão trocando o cacau por gorduras e açúcares, o que diminui o valor nutricional dos chocolates. A Dra. Marcella também menciona que alguns produtos, como “wafer sabor chocolate”, não são verdadeiros chocolates e não trazem os benefícios do cacau. Para uma escolha mais saudável, ela recomenda chocolates com mais de 70% de cacau, que são mais nutritivos, apesar de serem mais amargos. É importante ter cuidado com chocolates brancos, que têm muito açúcar e gordura, e evitar recheios que aumentam o açúcar. A Dra. Marcella sugere consumir entre 25g e 50g de chocolate por dia, preferindo os que têm mais cacau. Por exemplo, um ovo de Páscoa de 200g deve ser consumido ao longo de uma semana para aproveitar os benefícios do cacau sem prejudicar a saúde.

Os preços do cacau têm registrado um aumento expressivo, impactando a produção de chocolate e levando fabricantes a alterar suas receitas. A Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), destaca a necessidade de verificar os ingredientes dos chocolates, já que muitos produtos rotulados como “chocolate” contêm menos de 25% de cacau e são ricos em açúcares e aditivos.

O preço do cacau subiu de US$ 3 mil para cerca de US$ 8 mil a tonelada em dois anos, devido a fatores como condições climáticas adversas, especialmente o fenômeno El Niño, que afeta a produção na África. Essa alta nos custos tem levado as indústrias a substituir o cacau por gorduras vegetais e açúcares, resultando em produtos com menor valor nutricional. A Dra. Marcella alerta que alguns itens, como “wafer sabor chocolate”, não atendem às exigências legais e não oferecem os benefícios do chocolate tradicional.

Para uma escolha mais saudável, a médica recomenda chocolates com mais de 70% de cacau, que mantêm as propriedades benéficas do cacau, como polifenóis e gorduras saudáveis. Embora sejam mais amargos, esses chocolates são mais nutritivos. A Dra. Marcella também sugere cautela com chocolates brancos, que contêm principalmente açúcar e gordura, e recomenda evitar recheios excessivos que aumentam o teor de açúcar.

A moderação é fundamental no consumo de chocolate. A Dra. Marcella sugere um consumo diário de 25g a 50g, preferencialmente de chocolates com alta concentração de cacau. Por exemplo, um ovo de Páscoa de 200g deve ser consumido ao longo de uma semana. Assim, é possível aproveitar os benefícios do cacau sem comprometer a saúde.

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