- O último episódio de “And Just Like That” foi criticado por sua falta de qualidade.
- A produção desconsiderou a importância das amizades femininas, um dos pilares de “Sexo em Nova York”.
- O episódio final, centrado em uma festa de Ação de Graças, foi considerado clichê e previsível.
- A cena final, onde Carrie afirma que “a mulher se deu conta de que não estava sozinha”, decepcionou os fãs.
- A recepção negativa levanta questões sobre a direção criativa da série e seu legado.
O último episódio de And Just Like That, série que continua o legado de Sexo em Nova York, foi amplamente criticado por sua falta de qualidade e por desconsiderar a importância das amizades femininas. A produção, que encerra a jornada de Carrie, Miranda e Charlotte, foi comparada a um clichê, decepcionando fãs que esperavam um desfecho mais digno.
Durante os créditos finais, a icônica trilha sonora de Sexo em Nova York ecoou, lembrando os espectadores de que os tempos passados eram, de fato, melhores. O episódio final não conseguiu elevar a qualidade da série, que já vinha sendo alvo de críticas nas temporadas anteriores. A narrativa culminou em um episódio centrado em uma festa de Ação de Graças, algo que a série original sempre evitou.
A trama se tornou previsível, com personagens em situações que lembravam um telefilme de Hallmark. A última cena, onde Carrie afirma que “a mulher se deu conta de que não estava sozinha”, ignora um dos pilares da série: a força das amizades femininas. Desde 1998, as relações entre as protagonistas foram o verdadeiro foco, enquanto os relacionamentos amorosos eram secundários.
A recepção negativa do episódio final levanta questões sobre a direção criativa da série e sua capacidade de honrar o legado de Sexo em Nova York. Para muitos, a única forma de lidar com essa decepção é revisitar a série original, que ainda ressoa com os fãs e mantém seu charme intacto.
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