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Zezé Motta apresenta monólogo inspirado na obra de Maya Angelou no Rio

Zezé Motta apresenta monólogo sobre racismo até 5 de outubro, com acessibilidade em Libras e audiodescrição em 27 de setembro

Zezé Motta em cena do monólogo 'Vou fazer de mim um mundo' — Foto: Divulgação/Wagner Loiola
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  • A atriz e cantora Zezé Motta estreia a peça “Vou fazer de mim um mundo” no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, 15 de setembro.
  • O monólogo é uma adaptação do livro “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, de Maya Angelou, e já teve temporadas esgotadas em Brasília e Belo Horizonte.
  • A obra aborda a segregação racial nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1940.
  • Zezé Motta, que celebra 60 anos de carreira e 80 anos de vida, retorna ao teatro após uma década.
  • A peça ficará em cartaz até 5 de outubro, com sessões acessíveis em Libras e audiodescrição no dia 27 de setembro.

A atriz e cantora Zezé Motta estreia, nesta sexta-feira (15), a peça “Vou fazer de mim um mundo” no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. O monólogo, que já teve temporadas esgotadas em Brasília e Belo Horizonte, é uma adaptação do livro “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, de Maya Angelou. A obra aborda a segregação racial nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1940.

Celebrando seus 60 anos de carreira e 80 anos de vida, Zezé Motta retorna ao teatro após uma década, trazendo uma narrativa que conecta suas experiências com as de Angelou. A direção e dramaturgia são de Elissandro de Aquino, que destaca a luta contra o racismo, um tema central na trajetória das duas artistas. No palco, a atriz usa figurinos em tons de amarelo, desenhados por Margo Margot, que fazem referência a Oxum, seu orixá.

Cenário e Acessibilidade

O cenário, criado por Claudio Partes, combina elementos como uma plantação de algodão, nuvens e um livro, simbolizando a memória e o sonho. A peça, que ficará em cartaz até 5 de outubro, também se destaca pela acessibilidade: todas as sessões contarão com interpretação em Libras e a audiodescrição será oferecida no dia 27 de setembro. Um debate pós-sessão está agendado para o dia 13 de setembro, permitindo uma interação entre o público e a equipe do espetáculo.

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