- Hollywood refilmou “A guerra dos Roses” (1989), agora chamado “Os Roses – Até que a morte os separe”.
- O remake apresenta uma abordagem mais leve sobre a violência conjugal, característica do original.
- A trama segue Ivy (Olivia Colman) e Theo (Benedict Cumberbatch), um casal com ambições desiguais que geram conflitos.
- O filme, dirigido por Jay Roach e escrito por Tony McNamara, mantém a essência do best-seller de Warren Adler, mas sem grandes inovações.
- A expectativa é alta, mas a recepção inicial sugere que o remake pode não ter o mesmo impacto que a obra de 1989.
Hollywood continua sua tendência de refilmar clássicos dos anos 1980, e a nova aposta é “A guerra dos Roses” (1989), agora rebatizada como “Os Roses – Até que a morte os separe”. O remake, que estreia em breve, promete uma abordagem mais leve em relação à violência conjugal, característica marcante do original.
No filme original, a brutalidade entre o casal era usada para criar um humor ácido. No entanto, a nova versão, dirigida por Jay Roach e com roteiro de Tony McNamara, suaviza essas cenas. A trama gira em torno de Ivy (Olivia Colman) e Theo (Benedict Cumberbatch), um casal aparentemente perfeito, cujas ambições desiguais começam a gerar conflitos. Enquanto Ivy brilha em sua carreira como chef, Theo enfrenta dificuldades como arquiteto, o que provoca ressentimentos e desavenças.
As mudanças no roteiro visam adequar a narrativa aos tempos atuais, evitando interpretações negativas sobre a violência. Embora a história mantenha a essência do best-seller de Warren Adler, as inovações são pontuais e não trazem grandes novidades à trama. O resultado é um filme que, segundo críticos, se apresenta como um mero passatempo, distante da profundidade do original.
A expectativa em torno do remake é alta, mas a recepção inicial sugere que ele pode não atingir o mesmo impacto que a obra de 1989. A leveza proposta pode agradar a um público que busca entretenimento sem a carga emocional intensa do filme anterior.
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