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Impressões iniciais revelam novidades da 36ª Bienal de São Paulo

A 36.ª Bienal de São Paulo destaca a cultura brasileira e reúne artistas internacionais, promovendo reflexão sobre a humanidade e a arte contemporânea

Grupo de curadores e consultores posam juntos, com três mulheres e três homens, em um ambiente interno (Foto: Reprodução)
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  • A 36.ª Bienal de São Paulo, com o tema “da humanidade como prática”, foi inaugurada no Pavilhão da Bienal.
  • O evento é considerado a segunda Bienal mais importante do mundo, atrás da de Veneza.
  • A abertura contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e dos curadores Andrea Pinheiro e Bonaventure Soh Bejeng Ndikung.
  • Entre as obras em destaque estão a instalação da artista ganense Theresah Ankomah e as criações de Pol Taburet, além de artistas brasileiros como Lidia Lisbôa e Rebeca Carapiá.
  • A abertura oficial ocorrerá no sábado, 6, com a participação do Osklen Art Series, projeto de Oskar Metsavaht que une moda e arte.

A 36.ª Bienal de São Paulo foi inaugurada com o tema “da humanidade como prática”, reunindo artistas de todo o mundo e destacando a cultura brasileira. O evento, que ocorre no Pavilhão da Bienal, é considerado a segunda Bienal mais importante do mundo, atrás apenas da de Veneza. A abertura contou com a presença de figuras influentes, como a ministra da Cultura, Margareth Menezes, que enfatizou a importância de refletir sobre a humanidade.

A curadoria, liderada por Andrea Pinheiro e Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, propõe uma reflexão profunda sobre o papel da humanidade na arte contemporânea. O tema foi inspirado em um poema da escritora Conceição Evaristo, buscando resgatar sentimentos de pertencimento e identidade. A Bienal, que é gratuita e agora itinerante, já recebeu diversos convidados, incluindo ministros, diplomatas e artistas renomados.

Destaques da Exposição

Entre as obras em exibição, a instalação monumental da artista ganense Theresah Ankomah chamou a atenção, assim como as criações de Pol Taburet, que mescla a tradição da pintura clássica europeia com uma abordagem contemporânea. A fundadora da Carbono Galeria, Ana Lúcia Serra, destacou as obras de artistas brasileiros como Lidia Lisbôa e Rebeca Carapiá, além da internacional Otobong Nkanga.

A cineasta Daniela Thomas expressou sua impressão sobre a Bienal, afirmando que a presença da África é marcante e que a experiência transcende o espaço físico de São Paulo. Marina Person ressaltou o caráter acessível do evento, afirmando que a Bienal é para todos, independentemente do conhecimento prévio sobre arte.

Abertura Oficial

A abertura oficial, marcada para sábado, 6, contará com a participação do Osklen Art Series, um projeto de Oskar Metsavaht que integra moda e arte. Essa colaboração reforça a ideia de que a moda pode ser uma plataforma de fomento às artes, ampliando o diálogo entre diferentes formas de expressão cultural. A Bienal promete ser um espaço de reflexão e descoberta, reunindo vozes diversas em um único ambiente.

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