- Uma pesquisa da Nexus revela que cinquenta por cento dos brasileiros das classes A, B e C já passaram a madrugada assistindo a séries em plataformas de streaming.
- O estudo entrevistou mil pessoas em todo o Brasil e mostra que a prática é mais comum entre jovens, moradores do Sul e pessoas com ensino superior.
- Setenta e dois por cento dos entrevistados com ensino superior admitiram ter virado a noite assistindo a séries.
- Entre os jovens da Geração Z, de treze a vinte e oito anos, sessenta e um por cento relataram ter feito o mesmo.
- A pesquisa indica que a idade influencia os hábitos de consumo, com apenas trinta e três por cento dos baby boomers, de sessenta e um a setenta e nove anos, afirmando ter assistido a séries durante a madrugada.
Metade dos brasileiros das classes A, B e C já virou a madrugada assistindo a séries em plataformas de streaming. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Nexus, que entrevistou mil pessoas em todo o Brasil. O estudo revela que 50% dos entrevistados admitiram ter passado a noite em claro consumindo conteúdo, com maior frequência entre jovens, moradores do Sul e pessoas com ensino superior.
A pesquisa mostra que 72% dos brasileiros com ensino superior completo já se entregaram a essa prática. Entre os jovens da Geração Z, que têm entre 13 e 28 anos, 61% afirmaram ter virado a noite assistindo a séries. Os dados também indicam que 63% dos moradores do Sul e 61% da classe A compartilham desse hábito. Em contraste, apenas 29% dos que possuem até o ensino fundamental relataram ter feito o mesmo.
Diferenças por Faixa Etária
O estudo destaca que a idade influencia significativamente os hábitos de consumo. Entre os baby boomers, com idades entre 61 e 79 anos, apenas 33% afirmaram ter assistido a séries durante a madrugada. Já na Geração X, que abrange pessoas de 45 a 60 anos, esse número sobe para 39%. A pesquisa sugere que quanto mais velha a pessoa, menor a probabilidade de praticar o binge-watching.
Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, analisa que os jovens, que cresceram na era do streaming, consideram comportamentos que os mais velhos veem como extremos como normais. A pesquisa também aponta que as marcas devem direcionar suas campanhas para a Geração Z, que demonstra uma sede por conteúdo. O futuro do streaming depende de entender e atender a essa demanda, oferecendo experiências que fortaleçam a relação com o usuário.
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