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Maruja Mallo e Aurèlia Muñoz brilham na nova temporada do Reina Sofía

Museu Reina Sofía apresentará exposições de Maruja Mallo e Aurèlia Muñoz, além de obras de Alberto Greco e Oliver Laxe entre 2025 e 2026.

Pintura 'Sorpresa del trigo', óleo de Maruja Mallo de 1936 (Foto: Reprodução)
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  • O Museu Reina Sofía, sob a direção de Manuel Segade, terá uma temporada de exposições entre 2025 e 2026.
  • Maruja Mallo e Aurèlia Muñoz serão as principais artistas, com uma reestruturação da coleção permanente que incluirá uma retrospectiva de 50 anos.
  • A exposição de Maruja Mallo, intitulada Máscara e Compás, ocorrerá de 8 de outubro a 16 de março, com cerca de 90 obras.
  • A retrospectiva de Aurèlia Muñoz, chamada Entes, será inaugurada em 29 de abril e depois viajará para o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona.
  • O cineasta Oliver Laxe terá a exposição HU//Bailad como se ninguém os visse, que começará em 17 de dezembro, com foco no filme Sirât.

O Museu Reina Sofía, sob a direção de Manuel Segade, se prepara para uma temporada marcante de exposições entre 2025 e 2026. As artistas Maruja Mallo e Aurèlia Muñoz serão as protagonistas, com uma reestruturação da coleção permanente que incluirá uma retrospectiva de 50 anos, desde a Transição até os dias atuais.

A exposição de Maruja Mallo, intitulada Máscara e Compás, ocorrerá de 8 de outubro a 16 de março. Com cerca de 90 obras, incluindo pinturas, desenhos e documentos, a mostra destaca a modernidade da artista e sua influência nos anos 30. Segade enfatiza que o Arquivo Lafuente, adquirido pelo Estado em 2022, será fundamental para a exibição, oferecendo um olhar profundo sobre as ferramentas utilizadas por Mallo.

Exposições Futuras

A retrospectiva de Aurèlia Muñoz, chamada Entes, será inaugurada em 29 de abril e, posteriormente, viajará para o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. Segade ressalta a importância de Muñoz, cuja obra, frequentemente associada ao interiorismo, aborda temas contemporâneos como os imaginários interespecie e o giro ontológico.

Além disso, a obra do argentino Alberto Greco será apresentada a partir de 11 de fevereiro, destacando suas ações de “arte vivo” que começaram em 1962. A exposição incluirá projetos realizados com artistas espanhóis, ampliando a compreensão de sua contribuição artística.

Cinema e Novas Mídias

O cineasta Oliver Laxe também terá destaque no museu com a exposição HU//Bailad como se ninguém os visse, que começará em 17 de dezembro. A mostra, com curadoria de Chema González, será uma instalação em torno do filme Sirât, que representa a Espanha na corrida pelo Oscar de melhor filme internacional.

Essas iniciativas refletem o compromisso do Museu Reina Sofía em promover a arte contemporânea e revisitar sua coleção, com a expectativa de surpreender o público ao longo dos próximos anos.

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