- Margot Robbie diz que o filme O Morro dos Ventos Uivantes traz um amor sombrio entre Cathy e Heathcliff, visto como fadado ao fracasso.
- Heathcliff é interpretado por Jacob Elordi; a Warner Bros Pictures lançará o longa em cinemas de todo o mundo na próxima semana, dirigido por Emerald Fennell.
- A reinterpretação revisita a história de amor clássica de Emily Brontë, marcada pela diferença de classe, privilégios e impulsos autodestrutivos.
- Robbie e Elordi são australianos; ela comenta a ironia de interpretarem personagens ingleses, mesmo sendo de Queensland.
- A diretora busca manter a sensualidade da obra, incluindo cenas de intimidade, e descreve o processo com anedotas do set.
Margot Robbie comenta que a nova adaptação de O Morro dos Ventos Uivantes mergulha em um amor sombrio e turbulento. Cathy e Heathcliff, vivido por Jacob Elordi, são retratados como amantes fadados ao fracasso, em uma leitura melancólica da história. A produção chega aos cinemas em todo o mundo na próxima semana.
A atriz descreve uma dinâmica entre Cathy e Heathcliff marcada por unidas devoções e barreiras impostas pela classe social. O elenco e a direção prometem uma leitura mais sombria e complexa do clássico de Emily Brontë, de 1847.
Robbie e Elordi são australianos e compartilham a lembrança de suas origens. Eles salientam a ironia de interpretarem personagens ingleses icônicos, vindo de Queensland, no nordeste da Austrália, onde cresceram.
Detalhes da produção
A história acompanha o início da relação entre Cathy e Heathcliff, a partir do momento em que o pai de Cathy decide adotar o menino. Embora o afeto permaneça, as diferenças sociais criam obstáculos significativos.
Emerald Fennell dirige o filme, revisitando a sensualidade presente em seus trabalhos anteriores. A diretora busca capturar nuances dos personagens, incluindo falhas humanas que alimentam o conflito entre eles.
Jacob Elordi comenta de forma bem-humorada a presença de uma “pequena força criativa” nos bastidores durante as gravações, citando uma cena específica em que a direção solicitava aproximações e toques para intensificar a química.
Fennell afirma que a história traz imperfeições em Cathy e Heathcliff, mostrando como o amor pode envolver perdão, em um retrato que valoriza a complexidade humana sem simplificações.
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