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Bastidores científicos do novo filme da Pixar: pesquisas e experimentos

Filme da Pixar une ficção e ciência ao destacar o papel dos castores na restauração ambiental, com protagonista que invade o mundo animal.

Imagem do novo filme da Disney "Cara de Um, Focinho de Outro".
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  • A Pixar lança Cara de Um, Focinho de Outro, sobre uma estudante chamada Mabel que transfere a consciência para um castor robótico para defender a floresta de uma obra urbana.
  • O filme ressalta a importância ecológica dos castores, que constroem habitats para diversas espécies; a premissa humana envolve equilíbrio entre desenvolvimento e conservação.
  • O elenco original inclui Meryl Streep (rainha das borboletas), Dave Franco (um filho ambicioso) e Jon Hamm (o prefeito), com Piper Curda no papel de Mabel.
  • A produção contou com orientação de uma especialista em castores, a Dra. Emily Fairfax, além de visitas ao Parque Nacional de Yellowstone para observação direta da fauna.
  • O filme chega aos cinemas brasileiros em cinco de março, mantendo o tom de humor típico da Pixar e mensagens ambientais sem perder a diversão.

O novo filme da Pixar, ainda sem título final divulgado em nosso texto, apresenta a história de Mabel, uma estudante que atua em defesa da natureza. A trama acompanha a ameaça de destruição de parte de uma floresta para construção de obras públicas, deslocando animais.

Para evitar a devastação, Mabel transforma sua consciência em um castor robótico, com aparência idêntica ao animal. Disfarçada, ela busca convencer castores a retornar à floresta e ajudar a restabelecer o ecossistema.

O lançamento ocorre no Brasil em 5 de março. No elenco de voz, Meryl Streep participa como a rainha das borboletas, Dave Franco dubla uma lagarta ambiciosa e Jon Hamm interpreta o prefeito. Mabel é interpretada por Piper Curda.

Bastidores científicos

A produção envolve pesquisa sobre a importância ecológica dos castores, espécie que quase foi extinta nos EUA no início do século XX e hoje é alvo de restauração ambiental. A abordagem visa transmitir dados sobre o papel desses roedores no ecossistema.

O diretor Daniel Chong, conhecido por Ursos sem Curso, afirmou que a animação mistura humor com verdades científicas. A produtora Nicole Grindle destacou visitas a especialistas e ao Parque Nacional de Yellowstone para observação direta.

A Dra. Emily Fairfax colaborou com a equipe para orientar representing de castores na animação. A produção também visitou habitats naturais para entender comportamentos, sons e interações entre animais e humanos.

A premissa ambiental do filme coloca os castores como elementos-chave para a formação de habitats que beneficiam diversas espécies. A narrativa apresenta os humanos como parte do reino animal, reforçando o tema da convivência com a natureza.

Entre as cenas, o filme utiliza mudanças nas características físicas dos animais quando interagem entre si e com pessoas, reforçando a sensação de que a protagonista observa um mundo alternativo. A ideia central é mostrar a importância de equilíbrio ambiental.

O filme mantém o humor característico da Pixar, com cenas cômicas envolvendo situações inusitadas. Além da aventura, há mensagens sobre preservação, responsabilidade ambiental e convivência entre espécies.

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