- Filme “A Conspiração Condor”, de André Sturm, estreia em nove de abril de dois mil e vinte e seis em cinemas de Brasília e das capitais; houve pré-estreias em São Paulo (30 mar) e na capital federal (31 mar).
- O filme combina ficção e fatos históricos, com a jornalista Silvana (Mel Lisboa) e o jornalista Juan (Dan Stulbach) investigando as mortes de Juscelino Kubitschek e João Goulart, com suspeita de participação de agentes do Brasil e dos Estados Unidos.
- A história aborda as mortes de JK, Jango e de Carlos Lacerda (interpretado por Pedro Bial), sugerindo possível participação de forças do governo na época.
- As cenas foram filmadas em Iguape, interior de São Paulo, durante cinco semanas em dois mil e vinte e quatro; o filme teve orçamento de R$ sete milhões.
- Além de Silvana, participa da investigação a jornalista Marcela (Maria Manoella), e a trama ressalta a ideia de manipulação política na sociedade da época.
A conspiração Condor chega aos cinemas como thriller político que mistura ficção e fatos históricos. O filme, assinado por André Sturm, estreia em 9 de abril de 2026 em Brasília e nas capitais. Antes, houve pré-estreias em São Paulo e na capital federal.
A trama acompanha uma jornalista chamada Silvana, interpretada por Mel Lisboa, que investiga as mortes de dois ex-presidentes brasileiros. O jornalista Juan, vivido por Dan Stulbach, também participa da investigação. A hipótese central envolve participação de agentes brasileiros e norte-americanos.
A produção mescla elementos históricos com ficção para explorar o período entre agosto de 1976 e maio de 1977, quando ocorreram mortes que marcaram a era. A narrativa aponta para possíveis ligações entre o regime militar e forças estrangeiras naquela época.
Mortes em foco
Juscelino Kubitschek, presidente entre 1956 e 1961, morreu em um acidente de carro em 22 de agosto de 1976, na rodovia Presidente Dutra. Seu governo é marcado pela construção de Brasília, inaugurada em 1960.
João Goulart, o Jango, foi deposto em 1964 e governou como presidente de 1963 a 1964. Foi a exílio, na Argentina, onde faleceu em 6 de dezembro de 1976, por infarto, sem necrópsia.
João Belchior Marques Lacerda, então governador da Guanabara, faleceu em 22 de maio de 1977 após internação por gripe. A produção sugere, entre outras hipóteses, a possibilidade de seu assassinato, dentro do contexto de repressão.
Equipe e bastidores
O filme teve cenas filmadas em Iguape, interior de São Paulo, ao longo de cinco semanas em 2024. Mel Lisboa dá vida à jornalista Silvana, com participação de Maria Manoella como Marcela, de forma decisiva na investigação.
Pedro Bial interpreta Carlos Lacerda, figura pública associada à defesa da democracia. A obra reúne referências históricas a JK e Jango, além de Lacerda, para discutir possíveis desfechos do período.
André Sturm, diretor, também atua como referência institucional do Grupo Belas Artes. O cineasta integra o conselho da Fiesp e preside o Siaesp, somando funções ligadas à produção e à indústria audiovisual.
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