- A nova série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead expande o universo de The Handmaid’s Tale 15 anos após os acontecimentos da primeira série.
- Estreia no Disney+ ocorre nesta quarta-feira (8), com foco em um grupo de jovens que estudam na academia da Tia Lydia para aprenderem a ser esposas.
- A protagonista Daisy é interpretada por Lucy Halliday, e a estudante Shunammite é vivida por Rowan Blanchard; Ann Dowd retorna como Tia Lydia.
- Margaret Atwood, criadora da obra, assina a adaptação do livro Os Testamentos (2019). A autora descreve a produção como uma visão mais voltada ao amadurecimento e à rebelião das jovens.
- A série, dirigida pelo mesmo showrunner, Bruce Miller, adota um tom mais leve, enfatizando amizade, dilemas adolescentes e a pressão de crescer dentro de Gilead.
A nova série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead chega ao Disney+ nesta quarta-feira, 8, expandindo o universo de The Handmaid’s Tale. A produção avança 15 anos no tempo, mantendo o regime de Gilead, mas abrindo espaço para sinais de ruptura.
O foco está em um grupo de jovens estudantes que estudam na academia da Tia Lydia para aprender a se tornarem esposas. O elenco principal inclui Ann Dowd, que retorna ao papel da tia, e novatas como Lucy Halliday e Rowan Blanchard, que interpretam Daisy e Shunammite, respectivamente.
A nova produção propõe uma abordagem diferente, com cinematografia e trilha sonoras destacando uma visão mais contemporânea do universo sombrio. A narrativa acompanha a vida das jovens enquanto confrontam restrições e mecanismos de controle do regime.
A obra é desenvolvida pelo mesmo showrunner da série original, Bruce Miller, e traz um tom que enfatiza amadurecimento, amizade e resistência entre as protagonistas. O enredo se desenvolve a partir da perspectiva de jovens de Gilead, ainda sob regime instaurado nos EUA.
Legado de Margaret Atwood
Margaret Atwood assina a criação literária que inspira Os Testamentos. Aos 86 anos, a autora canadense continua influente na ficção especulativa, com o livro homônimo de 2019 que serve de base para a adaptação. O Conto da Aia também figura entre as obras de referência.
A autora fala sobre a origem do universo, destacando a delícia da distopia e o objetivo de explorar temas universais. Em suas palavras, o cenário de Gilead funciona como espelho de questões contemporâneas e da própria sociedade.
A recepção de Atwood no Brasil reforça o alcance de seus livros, com venda expressiva de O Conto da Aia e Os Testamentos no país. A obra aborda dilemas éticos, poder e resistência, mantendo relevância entre novas gerações.
Perspectivas para o público jovem
A nova geração de personagens emerge com foco no cotidiano escolar, amizades e conflitos adolescentes dentro de um regime autocrático. A proposta busca atrair jovens espectadores para o universo de Atwood, mantendo diálogo com temas sociais atuais.
As atrizes do elenco esperam cativar o público jovem ao mostrar dimensões de liderança, coragem e solidariedade. O resultado é uma série que, mesmo em tom de ficção especulativa, convida à reflexão sobre controle, poder e resistência.
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