- O filme “O Drama”, estrelado por Robert Pattinson e Zendaya, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, nove.
- A obra é apresentada como comédia romântica sombria e aborda como um segredo do passado pode destruir um relacionamento.
- O diretor Kristoffer Borgli falou sobre as reviravoltas e as ambiguidades da trama em entrevista ao Popcorn Podcast.
- Em spoiler, Emma confessa durante um jogo de bebida que, na adolescência, planejou, mas não realizou, um tiroteio na escola.
- Borgli disse que se inspirou em relatos reais para a história; o final ambíguo mostra Emma e Charlie na lanchonete, sugerindo um possível recomeço, sem revelar o destino dos personagens.
O Drama, com Robert Pattinson e Zendaya, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 9. A produção é descrita como uma comédia romântica sombria que investiga como segredos do passado afetam um relacionamento. O filme chega após sessões antecipadas pelo Brasil.
O longa é dirigido por Kristoffer Borgli, que revelou, em entrevista ao Popcorn Podcast, que a trama guarda reviravoltas e ambiguidades ao longo da narrativa. A produção utiliza relatos reais como base criativa, segundo o diretor.
Emma, personagem de Zendaya, e Charlie, interpretado por Pattinson, são um casal à beira do casamento. Um jogo de bebida no qual revelam erros do passado desencadeia revelações que moldam o conflito central da história.
Segundo Borgli, cada história mostrada no filme, exceto a de Emma, deriva de experiências reais compartilhadas por amigos. O processo criativo buscou referências amplas para compor as situações apresentadas.
O desfecho é apresentado de forma ambígua: após as reviravoltas, Emma e Charlie se reencontram numa lanchonete, sugerindo possível recomeço. O diretor afirmou manter o final em aberto, sem definir o destino dos personagens.
Elenco e lançamento
O Drama chega aos cinemas com foco em manter o suspense sobre as consequências das revelações, sem apresentar conclusões definitivas. A narrativa explora temas de relacionamento, culpa e redenção sob uma linguagem seca.
Sobre o diretor
Kristoffer Borgli comentou o processo de construção da história e a escolha de linhas realistas para sustentar o tom ambíguo. O filme pretende provocar reflexão sobre limites entre perdão e mágoa.
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