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Bastidores reais que inspiraram O Diabo Veste Prada

Livro nasceu de vivência da autora na Vogue, transformando experiências do editorial de moda em ficção e alimentando debates sobre semelhanças com Anna Wintour

Meryl Streep em 'O Diabo Veste Prada'; Anna Wintour em 2026 — Foto: Divulgação
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  • O Diabo Veste Prada, de 2003, nasceu da experiência de Lauren Weisberger como assistente de Anna Wintour na Vogue, mas a autora afirma que Miranda Priestly é ficcional e não baseada diretamente na editora.
  • Weisberger saiu do emprego em menos de um ano e o livro tornou-se best-seller, gerando o filme de 2006 sobre uma jovem jornalista que trabalha para a rígida editora-chefe Miranda Priestly.
  • A autora disse que muitas situações do livro e do filme são ficcionais, criadas em horários madrugada e café, ainda que haja semelhanças com o início de carreira em moda e relações públicas.
  • Miranda Priestly é descrita pela autora como personagem inteiramente ficticia; Anna Wintour já disse, em entrevistas anteriores, que cabe ao público perceber semelhanças, sem confirmar uma representação fiel da Vogue.
  • A possível inspiração para Emily, personagem de Emily Blunt, veio da stylist Leslie Fremar, que afirmou ter servido de base para o papel durante passagem de Fremar pela Vogue e comentou o encontro com Wintour.

Apesar de ser uma obra de ficção, O Diabo Veste Prada tem raízes em vivências da indústria de moda. Lançado em 2003, o best-seller de Lauren Weisberger tem ligações com seu período como assistente de Anna Wintour na Vogue.

Weisberger diz que o livro se baseia na experiência geral de trabalho com a editora-chefe, não em uma imitação direta. Ela deixou a Vogue menos de um ano após ingressar na equipe, para seguir outros caminhos na carreira de escritora.

Na adaptação cinematográfica, a protagonista Andrea Sachs encara tarefas inusitadas da chefe Miranda Priestly, com tons de ficção. A narrativa mistura situações reais com elementos criados pela autora para a história.

§ Miranda Priestly: a origem controversa

Weisberger sustenta que Miranda é uma criação ficcional e não uma reprodução de Anna Wintour. Em 2003, a autora afirmou que nada foi baseado diretamente em Wintour, conforme divulgação à imprensa.

§ Anna Wintour comenta pela primeira vez

Ao The New York Times, em 2003, Wintour disse apenas ter curiosidade sobre a obra, sem confirmar ou negar semelhanças. Em entrevistas anteriores, a chefe da Vogue minimizou a relação entre a personagem e sua imagem real.

§ Embasamento da personagem Emily

A inspiração para Emily não foi oficialmente confirmada pela autora. Em 2026, a stylist Leslie Fremar afirmou ter servido de base para a figura vivida por Emily Blunt no filme. Fremar contou detalhes sobre o encontro com Wintour.

§ Revelações de Fremar sobre o livro

Fremar revelou que soube do livro após deixar a Vogue para a Prada. Relatou conversa com Anna Wintour, que reconheceu Weisberger como ex-assistente. A estilista afirmou que muitos aspectos do romance refletiram experiências vividas por ela.

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