- “Crônicas de Arthdal”, estrelado por Song Joong-ki, foi lançado em 2019 com orçamento de 54 bilhões de wons (cerca de R$ 214 milhões).
- A produção milionária não atingiu a audiência esperada, mesmo com elenco, efeitos e cenários de alto custo.
- A história se passa na antiga Arth e acompanha Eunseom, Tagon e Tanya em meio a disputas de poder, profecias e batalhas.
- Há quem considere a trama diferente demais ou pouco atraente, enquanto outros veem a obra-prima injustiçada.
- O dorama está disponível na Netflix.
O dorama Crônicas de Arthdal, estrelado por Song Joong-ki, teve orçamento estimado em 54 bilhões de wons, cerca de R$ 214 milhões, e foi lançado em 2019. O projeto apostou alto em elenco, efeitos visuais e cenários grandiosos, buscando grande impacto internacional.
Mesmo com investimento expressivo, a série não atingiu a audiência esperada para um título de alto custo. As cifras de acesso ficaram abaixo do que o mercado projetava para uma produção dessa envergadura, gerando questionamentos sobre o desempenho comercial.
Crônicas de Arthdal acompanha Eunseom, jovem meio humano e meio neanthal, Tagon, guerreiro ambicioso, e Tanya, herdeira espiritual da tribo Wahan, em Arthdal, cidade que vive a transição entre estruturas tribais e o surgimento de uma civilização. A narrativa envolve conflitos, profecias e disputas de poder.
A história se desenvolve a partir do ataque à tribo Wahan, evento que desencadeia alianças, traições e reviravoltas, conforme os protagonistas tentam moldar o destino de Arthdal. O enredo mistura elementos de fantasia com intrigas políticas e batalhas pela sobrevivência.
Independente do desempenho de audiência, algumas avaliações destacaram a ambição estética e a escala da produção. A recepção crítica dividiu opiniões, com elogios a cenários e efeitos, mas críticas a ritmo e construção de personagens.
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