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Reta final de Três Graças revela 3 pontos da novela que não fizeram sentido

Fim de Três Graças gera debate: cenas criticadas vão desde a queda do carrinho de bebê até a revelação de TEA de Cristiano e a virada de Lucélia no crime

Cenas de "Três Graças" causaram estranheza no público
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  • A novela Três Graças chegará ao fim nesta sexta-feira, 15 de agosto, com Aguinaldo Silva no comando e saldo positivo de repercussão nas redes sociais durante quase sete meses no ar.
  • Carinho de bebê: a cena em que o carrinho de Joélly é arremessado escadaria abaixo, por Arminda, gerou críticas de verossimilhança; o autor afirmou ter se inspirado no filme O Encouraçado Potemkin.
  • Cristiano: o diagnóstico de TEA do jovem gerou estranheza; ele gravou o roubo da estátua e, com a ajuda de Zenilda, a família descobre o autismo.
  • Lucélia: vilã ganha protagonismo ao assumir o comando do tráfico na Chacrinha, chegar a atirar para o alto e demonstrar destemor, mas sem ter experiência anterior em grandes esquemas.
  • O arco de Lucélia também mostra que ela matou os pais e armou contra os tios Kasper e João Rubens, sem, porém, revelar domínio sobre organizações criminosas complexas.

O fim de Três Graças está marcado para esta sexta-feira (15). A novela, criada por Aguinaldo Silva, encerra quase sete meses no ar e manteve saldo positivo de repercussão nas redes. Ainda assim, alguns pontos da trama receberam críticas do público.

Ao longo da sequência final, telespectadores apontaram desacordos com certas situações. Entre elas, a maneira como o carrinho de bebê aparece envolvido em uma cena de risco, além de escolhas sobre o desfecho de personagens centrais.

Carinho de bebê

No episódio de 4 de maio, Arminda arremessa o carrinho escadaria abaixo, onde Joélly estava. O resgate por Raul resulta no bebê ileso, gerando dúvidas entre o público sobre a verossimilhança da cena. Internautas questionaram a plausibilidade da sequência.

O criador Aguinaldo Silva comentou que a passagem foi inspirada no cinema clássico O Encouraçado Potemkin, de 1925, em referência a uma situação semelhante. A explicação buscou justificar a montagem, mas divergence de percepções permaneceu entre espectadores.

Cristiano

O diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista) do jovem Cristiano trouxe estranheza a parte da audiência. O personagem, filho de Alaíde e Rivaldo, aparece envolvido no roubo da estátua, que impulsiona grande parte da trama.

Inicialmente sem relevância na história, Cristiano reage com surpresa ao ter o celular quebrado. A família passa a considerar a possibilidade de neuropatia, levando Zenilda a ajudar na identificação do autismo. Até então, não havia indicativo claro para esse uso da narrativa.

Lucélia

Lucélia, interpretada por Daphne Bozaski, ganha destaque como vilã astuta. Desde o começo, a personagem manipulava familiares sem revelar suas verdadeiras intenções. Na virada da novela, ela passa a liderar ações criminosas em uma comunidade, com coragem para enfrentar a polícia.

Ela assume o controle de pontos de tráfico com uma postura determinada, sem exposição prévia de conhecimento em crimes organizados. Mesmo assim, a evolução da personagem divergiu do que já havia sido mostrado, ampliando a ambiguidade de seus métodos.

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