- Pesquisas mostram que crescer assistindo a clássicos da Disney ajuda crianças a lidar com o luto mais cedo, com foco em temas como morte e amadurecimento.
- Filmes como Bambi, O Rei Leão e Frozen: Uma Aventura Congelante tratam da morte de forma sensível, usando perdas para impulsionar o crescimento dos protagonistas.
- Um estudo de 2017, nos Estados Unidos, analisou 57 filmes da Disney e da Pixar, onde 71 personagens morreram.
- Os pesquisadores Kelly Tenzek e Bonnie Nickels concluíram que os filmes podem abrir espaço para conversas difíceis com crianças sobre fim da vida, desde que seja feito cedo, não apenas no fim da vida.
- A pesquisa atual retoma uma análise de 2005 sobre representações da morte em filmes da Disney e Pixar, considerando o papel dos personagens e as causas das mortes.
Pessoas que cresceram assistindo aos clássicos da Disney podem lidar com o luto de forma mais precoce. A ideia é que as narrativas emocionais dessas animações influenciem a percepção de perda desde a infância.
Filmes como Bambi, O Rei Leão e Frozen: Uma Aventura Congelante abordam a morte de forma sensível, usando perdas para impulsionar o amadurecimento dos protagonistas e gerar reflexões sobre finitude.
Um estudo realizado em 2017 nos Estados Unidos investigou 57 filmes da Disney e da Pixar, nos quais 71 personagens morreram. Pesquisadores analisaram como as obras podem abrir diálogo entre adultos e crianças sobre temas difíceis.
A pesquisa foi conduzida por Kelly Tenzek, da Universidade de Buffalo, e Bonnie Nickels, do Instituto de Tecnologia de Rochester. Os resultados indicam que essas obras ajudam a discutir morte, fim da vida e assuntos tabus desde cedo.
Os autores destacam que conversar sobre a finitude não deve ficar para o fim da vida; o tema pode ser introduzido de forma adequada na infância para evitar traumas no momento da perda.
A análise também dialoga com um estudo anterior, de 2005, que avaliou representações da morte em 10 filmes da Disney e da Pixar. A comparação permite entender a evolução de como o tema é tratado.
O material utilizado para a reportagem foi originalmente veiculado pelo AdoroCinema. A matéria não cita opiniões, apenas dados e interpretações dos pesquisadores. Fonte: AdoroCinema.
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