- A Dior apresentou a coleção Cruise 2027 no LACMA, em Los Angeles, sendo a primeira do segmento assinada por Jonathan Anderson.
- A apresentação valorizou a relação entre Monsieur Dior e o cinema de Hollywood, com referências a filmes de figurino assinado pela casa nos anos cinquenta.
- A papoula‑da‑Califórnia é o principal motivo floral, enquanto carros Cadillac vintage inspiram novos e edições da bolsa Saddle.
- Os acessórios de cabeça retornam em releituras de Philip Treacy para o icônico chapéu Blow, ligado à editora Isabella Blow.
- A coleção inclui uma colaboração com o artista californiano Ed Ruscha.
Sob o pôr do sol de Los Angeles, a Dior apresentou a coleção Cruise 2027 no LACMA, com Jonathan Anderson pela primeira vez assinando o segmento. O cenário reforçou a ligação entre a marca e o cinema de Hollywood.
A escolha do local remete às referências do estilista a figurinos de filmes estrelados por Audrey Hepburn? Na verdade, por Dior, com filmes de 1950 e 1953 citados como inspiração. Entre as referências, ícones do cinema aparecem nos moldes de peças e nos vestidos apresentados.
A coleção privilegia a papoula-da-Califórnia como motivo floral, e carros Cadillac vintage que servem de cenário para novos e reedições da Saddle, bolsa emblemática da casa. A cabeça ganha destaque com réplica do chapéu Blow, com releitura de Philip Treacy. A colaboração com Ed Ruscha marca o projeto.
Inspirações e parcerias
A apresentação reforça a ligação entre Dior e o cinema, com referências a figuras e figurinos históricos. A colaboração com Ed Ruscha amplia o alcance artístico da linha Cruise 2027, integrando conceitos visuais do artista californiano.
Detalhes de produção e impacto
O desfile enfatiza acessórios de cabeça, reforçados pela assinatura de Treacy, mantendo o foco nos itens icônicos da maison. A Saddle retorna em versões atuais, conectando passado e presente da marca. A edição marca a entrada formal de Anderson no cruise.
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