- Dark Horse é um drama biográfico sobre a ascensão política de Jair Bolsonaro, com estreia prevista para 11 de setembro.
- O filme tem Jim Caviezel no papel principal e elenco internacional, incluindo Esai Morales, Sergio Barreto, Camille Guaty e Marcus Ornellas.
- A trama acompanha a campanha de 2018, o atentado com faca em Juiz de Fora e a recuperação hospitalar, além de debates e o casamento com Michelle Bolsonaro.
- O roteiro, assinado por Mario Frias, apresenta Bolsonaro como um “azarão” e traz o personagem Paulo Pontes como vilão central, com elementos de ficção.
- A produção é liderada por Eduardo Verástegui, com GoUp Entertainment no Brasil, gravando desde setembro de 2025 em São Paulo; o filme foi realizado em inglês para alcance internacional, dirigido por Cyrus Nowrasteh.
Dark Horse é um filme biográfico que retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro, acompanhado por Jim Caviezel no papel principal. A produção voltou a ganhar notoriedade após o vazamento de um áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, relacionado ao financiamento do longa. A estreia prevista é 11 de setembro.
A obra, descrita como drama biográfico, acompanha o percurso desde a carreira militar até a vitória presidencial de 2018. A narrativa enfatiza a campanha eleitoral, o atentado em Juiz de Fora e a recuperação hospitalar, com uso de flashbacks para situar o passado do personagem.
Elenco internacional
Além de Caviezel, o elenco traz Esai Morales como Paulo Pontes, vilão fictício, Sergio Barreto interpretando Carlos Bolsonaro, Camille Guaty como Michelle Bolsonaro, Edward Finlay como Eduardo Bolsonaro, Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro e Jeffrey Vincent Parise como Tato.
Enredo e personagens
O roteiro mistura figuras políticas reais e personagens ficcionais. Paulo Pontes, o principal antagonista, é descrito como ex-marxista que se transforma em empresário corrupto. Sua rede envolve o capanga Tato e o personagem Aurelio Barba, inspirado em Adélio Bispo.
Produção e financiamento
A produção executiva fica a cargo de Eduardo Verástegui, conhecido internacionalmente por outros projetos. No Brasil, a GoUp Entertainment coordena a produção. O longa foi idealizado para mercado internacional, com gravações iniciadas em setembro de 2025.
Roteiro e direção
Mario Frias assina o roteiro e também participa da produção. Cyrus Nowrasteh dirige o filme, que foi concebido em inglês para ampliar o alcance internacional. A equipe afirma tratar o projeto como uma superprodução de padrão hollywoodiano.
Contexto de divulgação
A sinopse oficial aponta a abordagem de Bolsonaro como um líder improvável que vence a eleição de 2018. O filme reserva espaço para momentos decisivos, debates e a relação com símbolos institucionais brasileiros, sem juízos de valor ou opiniões do público.
Entre na conversa da comunidade