- O texto mostra uma pessoa que afirma não gostar de Machado de Assis, mesmo diante da empolgação ao redor do autor.
- Entre amigos, surge uma conversa sobre qual obra é melhor: Dom Casmurro ou Memórias Póstumas de Brás Cubas, além de menções a contos como Esaú e Jacó, Missa do Galo e O Alienista.
- O narrador atribui ao autor um cinismo e um estilo considerado afetado, dizendo que o universo dele é autocentrado e árido.
- Ele afirma ter tentado gostar, reconhece eventuais qualidades, mas mantém a posição contrária e critica a pressão da unanimidade.
- O tom é de defesa da opinião pessoal, contrastando com colegas que exaltam Machado de Assis como genial.
Em um encontro informal entre amigos, surgiu uma discussão sobre Machado de Assis. A conversa girou em torno de qual obra é mais relevante, se Dom Casmurro, Memórias Póstumas ou outros títulos do escritor. A discussão ganhou tom de debate entre elogios e críticas.
O narrador da pauta afirmou não gostar do autor. Segundo ele, a visão do escritor seria amarga e centrada em si mesmo, com caráter cínico. A posição é apresentada como uma opinião pessoal, sem pretensão de representar todos os leitores.
Os colegas exaltaram o que consideram virtudes literárias de Machado de Assis, com referências a frases marcantes e críticas afiadas presentes em suas obras. A divergência ficou clara entre quem celebra a riqueza de personagens e quem questiona o tom do conjunto da obra.
Ao longo do debate, reiterou-se a ideia de que o tema divide opiniões: há quem reconheça a importância histórica do autor no cenário brasileiro e quem prefira obras de outros estilos. A conversa segue sem um veredito único sobre o legado de Machado.
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