- Público participou da plenária Na cabeça de Spike Jonze, no São Paulo Innovation Week, para entender o processo criativo do cineasta ganhador do Oscar.
- O encontro contou com a mediação de Leonardo Cruz, editor executivo do Estadão, e da atriz Maria Ribeiro, discutindo carreira, criatividade e relação entre obras e tecnologia.
- Comentários de asistentes destacaram o interesse em entender a mente do artista e como o trabalho dele impacta áreas como música, skate e cinema.
- Em uma dinâmica com um bot de inteligência artificial chamado Joana, Jonze foi questionado sobre amor verdadeiro e exclusividade; ele admitiu não saber responder e a plateia riu.
- Entusiastas presentes elogiaram a oportunidade de ver Jonze de perto e entender o cotidiano criativo dele, especialmente a ligação com inovações tecnológicas.
O público acompanhou a plenária Na cabeça de Spike Jonze, no São Paulo Innovation Week, com o cineasta, ator e fotógrafo norte-americano. O evento ocorreu no polo de tecnologia do festival, promovido pelo Estadão com a Base Eventos. A intenção foi apresentar o processo criativo de Jonze e a relação de suas obras com a tecnologia.
A conversa teve mediação de Leonardo Cruz, editor executivo do Estadão, e da atriz Maria Ribeiro. Jonze falou sobre a carreira, o método de criação e como a tecnologia influencia seus projetos, oferecendo respostas que conectam cinema, arte e inovação.
Reações do público destacaram o interesse pela forma de trabalhar do artista e pela presença de um cineasta internacional em solo brasileiro. Um participante, empresário musical, enfatizou o impacto de acompanhá-lo desde a juventude, citando skate, música e colaborações artísticas. Uma designer valorizou a oportunidade de ouvi-lo falar sobre inteligência artificial.
Dinâmica com IA
Durante a plenária, uma dinâmica envolveu um bot de IA batizado de Joana, que questionou Jonze sobre amor, exclusividade e a evolução da personagem Samantha em Ela. O cineasta respondeu com leve humor, dizendo que a pergunta o deixou tonto e arrancou risadas da plateia.
Para o público presente, a troca foi curiosa. Um designer de áudio comentou que a interação com a IA trouxe uma sensação estranha, mas positiva, ao sintetizar a reflexão criativa de Jonze. Já o diretor de fotografia reforçou a importância de entender o processo criativo de alguém cuja carreira começou no skate e no punk.
A experiência foi considerada positiva por quem acompanha o trabalho de Jonze há anos. Profissionais da área de imagem e produção destacaram a oportunidade de ver de perto como o cineasta estabelece vínculos entre narrativa, tecnologia e linguagem audiovisual.
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