- O filme Dark Horse, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro, teve orçamento considerado exorbitante.
- Flávio Bolsonaro teria solicitado US$ 24 milhões para financiar o longa, segundo o Intercept Brasil.
- O dinheiro seria vindo do ex-CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro, que repassou R$ 62 milhões entre fevereiro e maio de 2025.
- Com a crise da instituição financeira, os repasses foram suspensos.
- A reportagem compara o orçamento com filmes premiados como Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025).
O orçamento do longa Dark Horse, que retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro, entrou em pauta por ter sido considerado elevado frente a custos de outras produções.
Segundo reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato, teria solicitado US$24 milhões (cerca de R$134 milhões na época) para financiar o filme, dirigindo a uma fonte ligada ao financiamento.
A ligação citada envolve Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master, como suposto financiador. A operação ocorreu no contexto de 2025, quando o Senado brasileiro já discutia políticas e finanças públicas.
Dados adicionais indicam que Vorcaro teria repassado cerca de R$62 milhões entre fevereiro e maio de 2025, em meio a uma crise na instituição financeira envolvida. Os repasses, porém, foram suspensos diante da situação contábil da empresa.
A repercussão sobre o orçamento gerou comparações com filmes premiados. Projetos como Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025) aparecem entre os citados como referências de custo menor.
A matéria destaca que, com a crise financeira, a continuidade de aportes ao filme ficou incerta. A reportagem completa está disponível para leitura em veículos que acompanham o tema de economia e cinema.
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