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Vilão de Dark Horse foi irmão de roqueiro famoso com destino trágico

Esai Morales vive o vilão Cicatriz em Dark Horse, envolvendo financiamento de cerca de R$ 61 milhões por empresário preso no Brasil

O ator Esai Morales — Foto: reprodução/Instagram
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  • O ator Esai Morales, de 63 anos, vive Paulo Pontes, o vilão “Cicatriz”, em Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro.

  • Morales ficou conhecido por La Bamba, onde interpretou o meio-irmão de Ritchie Valens, e soma cerca de 130 créditos.

  • Ele é ativista pela representatividade latina e, ao lado de Sonia Braga, criou a National Hispanic Foundation for the Arts.

  • Entre os trabalhos recentes, ele atuou em Missão: Impossível — Acerto de Contas Parte Um (2023) e O Acerto Final (2025), e já integrou séries como Titãs, Como Defender um Assassino, NCIS: Los Angeles, Ozark e Nova York Contra o Crime.

  • Dark Horse é dirigido por Cyrus Nowrasteh. Reportagem do Intercept Brasil aponta que Daniel Vorcaro destinou cerca de R$ 61 milhões para financiar o longa, a pedido de Flávio Bolsonaro, com recursos transferidos a um fundo nos Estados Unidos ligado a Eduardo Bolsonaro.

Esai Morales, ator de Nova York, integra a produção Dark Horse, que traz Jair Bolsonaro como personagem central. No primeiro trailer, o vilão afirma que seus aliados desejam a morte do ex-presidente.

Com cerca de 130 créditos, Morales ganhou notoriedade em La Bamba, interpretando o meio-irmão de Ritchie Valens. Também atua como ativista pela representatividade latina em Hollywood.

Morales é cofundador da National Hispanic Foundation for the Arts, ao lado de Sonia Braga, para promover presença latina em mídia, entretenimento e tecnologia. O elenco de Dark Horse inclui Jim Caviezel, Lynn Collins, Felipe Folgosi, Sergio Barreto, Camille Guaty e Edward Finlay.

Financiamento do filme

Uma reportagem do Intercept Brasil, publicada em 13 de maio, aponta que o empresário Daniel Vorcaro, preso em Brasília, destinou cerca de R$ 61 milhões ao longa após solicitações de Flávio Bolsonaro. O dinheiro teria sido transferido para um fundo nos EUA, ligado a Eduardo Bolsonaro.

Segundo a reportagem, o aporte foi feito por meio de um aliado de Eduardo, em benefício do financiamento de Dark Horse. A investigação cita operações e fontes financeiras associadas ao Banco Master, controlado por Vorcaro.

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