- Backrooms estreou em 28 de maio nos cinemas brasileiros e estabeleceu a estreia mais bem-sucedida da história da A24, com US$ 81 milhões nos EUA e US$ 36 milhões no exterior, somando US$ 118 milhões no total.
- O longa, baseado em creepypasta, superou Obsessão e evidencia a força atual do terror independente, com orçamentos mais baixos e boa recepção de público.
- Com orçamento estimado em US$ 10 milhões, Backrooms já sinaliza potencial franquia, conforme o diretor Keith Parsons.
- Analistas destacam que a nova audiência, associada à geração YouTube, está indo ao cinema, fortalecendo esse tipo de produção.
- Em top 5 de bilheterias, Obsessão ficou em segundo lugar com US$ 26,4 milhões na terceira semana; O Mandaloriano e Grogu ficou em terceiro, com US$ 25 milhões.
Backrooms, filme inspirado em uma creepypasta, abriu com forte desempenho na estreia e bateu recorde de bilheteria para a A24 no mercado norte-americano. Com lançamento mundial iniciado em 28 de maio, o longa soma US$ 81 milhões nos EUA e US$ 36 milhões no exterior, totalizando US$ 118 milhões até o momento.
O longa, com orçamento estimado em US$ 10 milhões, apela a o público que consome conteúdos da internet, incluindo o público jovem. A história acompanha pessoas presas em espaços entre dimensões, explorando um universo ficcional criado a partir de uma lenda online.
A performance também destacou o diretor Keith Parsons, que, aos 20 anos, tornou-se o mais jovem a tocar a primeira posição das bilheterias norte-americanas. Emitido pelo estúdio, o filme diverge do habitual terror de orçamento maior, mostrando a viabilidade de propostas independentes no cinema comercial.
O desempenho de Backrooms permitiu comparar a trajetória de outros títulos recentes. Obsessão, outro filme de terror com origem online, aparece em segundo lugar na bilheteria local, mas mantém boa trajetória em sua terceira semana, com US$ 26,4 milhões recém-arrecadados nos EUA.
No mesmo período, O Mandaloriano e Grogu ficou em terceiro lugar, evidenciando competição entre lançamentos de grandes estúdios e produções independentes. A diferença de arrecadação não impediu que ambos os títulos atingissem números expressivos mundialmente.
Analistas destacam que a demanda por conteúdos de terror independentes está em alta e que plataformas de internet influenciam o público a buscar cinema de nicho. Jeff Bock, da Exhibitor Relations, afirma que a nova audiência está frequente aos cinemas e impulsiona a produção do gênero.
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