- A ElevenLabs fechou acordo com a família de Stan Lee, em parceria com Genius Brands International e POW! Entertainment, para licenciar a voz e a imagem do criador da Marvel.
- A IA irá recriar a voz de Stan Lee para leitura de quadrinhos, livros e participação em diversos projetos.
- A licença torna a voz acessível a quem pagar, por meio da marca Iconic Voice; o primeiro livro a ganhar leitura com a voz será A Ilha do Tesouro.
- A licença também abrange o uso da imagem física de Lee em diferentes projetos, além de músicas inspiradas por sua estética.
- A empresa já trabalha com outras personalidades e costuma lançar conteúdos variados; o movimento é visto como forma de manter a relação com fãs, apesar de controvérsias sobre IA.
A ElevenLabs anunciou um acordo com a família de Stan Lee para licenciar a voz e a imagem do criador da Marvel. A parceria envolve o uso de inteligência artificial generativa para recriar o rosto e a voz do artista.
Aliciada pela Genius Brands International e pela POW! Entertainment, a parceria permitiria a leitura de quadrinhos, livros e participação em diferentes projetos com a digitalização de Stan Lee. A iniciativa visa manter o legado do autor.
Sob o novo acordo, a voz de Stan Lee ficará acessível a quem pagar pela licença. O primeiro livro contemplado é A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson, com uso previsto por meio do marketing Iconic Voice.
Licenciamento e aplicações
- A ElevenLabs licenciará a imagem física de Lee para diversos projetos.
- Músicas inspiradas na estética de Lee também poderão ser oferecidas.
- A ideia é permitir que fãs e empresas utilizem a voz em conteúdos editoriais e comerciais.
Segundo representantes, a parceria busca preservar o legado de Stan Lee e facilitar leituras em formatos digitais, mantendo a percepção de que Lee estaria presente em novas leituras e interpretações.
A ElevenLabs já firmou acordos anteriores para reproduzir vozes de astros como Michael Caine, Liza Minnelli e John Wayne, além de casos no Brasil com Cid Moreira. Em 2024, a tecnologia também foi usada para trazer Val Kilmer a um papel póstumo no cinema.
Lori McCreary, cofundadora da Revelations, defendeu o uso de IA como solução para desafios da indústria, desde que haja consentimento adequado. Ela afirma que a tecnologia pode moldar práticas responsáveis no futuro de Hollywood.
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