- A atriz Brooke Shields, 61, relembrou a fama precoce e revelou pressão intensa de fãs após o lançamento de Pretty Baby — Menina Bonita (1978), que a transformou em estrela ainda na infância.
- O filme, em que Shields tinha 11 anos, gerou controvérsia por retratar sexualização infantil e prostituição a partir do cinema europeu.
- Shields relatou que, ao levar o filme a Cannes, houve uma reação de multidões e pessoas tentando cortar seu cabelo, descrita como insana.
- A produção levou meses em Nova Orleans, com jornadas longas e o desafio de conciliar trabalho e estudos, o que quase levou mãe e filha a desistirem da carreira.
- Anos depois, a atriz consolidou-se com A Lagoa Azul (1980), fez faculdade em Princeton e voltou a atuar, após priorizar os estudos.
Brooke Shields, 61, relembra a fama precoce gerada por Pretty Baby – Menina Bonita (1978), que a transformou em estrela internacional ainda na infância. Aos 11 anos, interpretou Violet, menina criada em um bordel de Nova Orleans no início do século XX. O filme foi dirigido por Louis Malle.
A produção provocou controvérsia por abordar sexualização infantil e prostituição, sob o olhar europeu. A repercussão afastou a atriz de sua vida comum e gerou mudanças abruptas em sua rotina e na relação com o público.
Repercussões
Durante o Festival de Cannes, a reação do público foi de grande intensa, com multidões e relatos de incidentes envolvendo o corte de cabelo da artista. A equipe de produção precisou lidar com a pressão criada após a estreia.
Foi necessário conciliar o trabalho com os estudos, em Nova Orleans, por quase cinco meses. O filme de época exigiu jornadas longas, com gravações no verão; Shields precisou manter a escola em dia, gravando fins de semana.
A experiência foi tão marcante que mãe e filha pensaram em encerrar a carreira no cinema. Ambos chegaram a cogitar retornar à carreira de modelo, antes de seguir com outras opções profissionais.
Anos depois, Shields consolidou sua imagem ao atuar em A Lagoa Azul (1980) e voltou a atuar na televisão. Paralelamente, concluiu a graduação em literatura francesa pela Universidade de Princeton.
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