- A Tchéquia chega à sua décima participação em Copas do Mundo da FIFA, considerando a história da antiga Tchecoslováquia (1934 e 1962) e a última aparição, em 2006.
- Para ir ao Mundial deste ano, a Nároďák passou pelas repescagens da UEFA, vencendo Irlanda e Dinamarca nos pênaltis.
- No cinema, a tradição tcheca começou cedo com Êxtase (1933) e ganhou continuidade com a Faculdade de Cinema e Televisão (FAMU) após a Segunda Guerra Mundial.
- A década de sessenta marcou a Nova Onda Tcheca, com nomes como Miloš Forman, Jiří Menzel e Věra Chytilová, consolidando a era de ouro do cinema local.
- Na época dos grandes reconhecimentos, Trens Estreitamente Vigiados levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1968, e Kolya repetiu a conquista em 1996; Sedmikrásky é destaque da filmografia tcheca.
O time tcheco, conhecido como Nároďák, garantiu vaga à Copa do Mundo por meio das repescagens da UEFA. A 10ª participação da Tchéquia em Mundiais se soma ao histórico da antiga Tchecoslováquia, vice-campeã em 1934 e 1962. A última participação foi em 2006, na Alemanha.
Na qualificatória atual, a seleção superou Irlanda e Dinamarca nos pênaltis, assegurando a presença no torneio. Miroslav Koubek é o treinador, dirigindo a equipe na busca por novo desempenho internacional.
História do cinema tcheco
No cinema, a Tchéquia teve início pioneiro no Leste Europeu, com Êxtase (1933) como marco internacional. Após invasões, a FAMU manteve a produção audiovisual, especialmente animações em stop motion, durante períodos de isolamento.
Na década de 1960, a Nová Vlna impulsionou uma produção criativa e crítica ao regime. Cineastas como Miloš Forman, Jiří Menzel, Věra Chytilová e Jan Švankmajer consolidaram a era de ouro e abriram caminho para novas perspectivas.
Reconhecimento internacional
O cinema tcheco faturou reconhecimento global: Trens Estreitamente Vigiados (1966) ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 1996, já como República Tcheca, Kolya também levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
As Pequenas Margaridas, de Věra Chytilová, é destacada como uma das obras mais importantes da história do cinema, pela sua montagem fragmentada, experimentação estética e abordagem feminista.
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