- Toy Story 5 chega aos cinemas com Jessie assumindo o protagonismo, liderando os brinquedos de Bonnie no lugar de Woody.
- A trama mostra Jessie e Bonnie lidando com a tecnologia, em um cenário em que as crianças da idade de Bonnie preferem dispositivos como Lilypad.
- A vilã do filme é dublada por Maisa, criada para evitar que Bonnie se sinta deslocada entre as colegas.
- O lançamento coincide com 30 anos da franquia e é apontado como grande aposta de bilheteria, com expectativa de superar US$ 1 bilhão, além de surgir como possível indicação ao Oscar de Melhor Animação.
- Críticos destacam a atualização da história para o presente, mantendo a conexão emocional com o público e explorando o papel de Jessie na relação com Bonnie.
Toy Story 5 chega aos cinemas com Jessie no lugar de Woody e Buzz, marcando 30 anos da franquia. A nova trama coloca Jessie à frente dos brinquedos de Bonnie, diante de uma geração que privilegia telas.
A história mostra a turma enfrentando a mudanças de consumo e a presença de um dispositivo eletrônico chamado Lilypad. A vilã do filme é dublada por Maisa, em uma abordagem que gera reflexão sobre a dependência tecnológica na infância.
Bonnie ganha destaque, e Jessie assume um arco próprio que revisita o passado da personagem. A relação entre Bonnie e Jessie guia a narrativa, mantendo a conexão com o público veterano e o novo público.
Brinquedos x Tecnologia
Na visão de críticos, o filme equilibra emoção e humor ao abordar como a tecnologia altera a forma de brincar. A produção busca tratar o tema sem perder o encanto clássico da franquia.
Jessie assume a liderança da turma ao lado de Bonnie, explorando o que significa ser criança diante das telas. A parceria entre as personagens reflete a evolução da relação entre brinquedo e dono.
Oscar e futuro da Pixar
Toy Story 5 aparece como aposta de bilheteria, com expectativa de arrecadação global superior a US$ 1 bilhão. A produção também é cotada como principal candidata ao Oscar de Melhor Animação, levando em conta o histórico recente.
Especialistas comentam que a vitória de animações internacionais indica mudança de gosto da Academia. A discussão aponta para a necessidade de narrativas mais diversas e de maior risco criativo no cinema de animação.
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