- Espetáculo “A Alma Imoral” completa 20 anos com temporada especial entre 19 e 21 de junho no Teatro Municipal Carlos Gomes, no Rio de Janeiro.
- A montagem, baseada no livro de Nilton Bonder e supervisionada por Amir Haddad, já atraiu mais de 750 mil espectadores.
- Clarice Niskier estrela a peça, que rendeu a ela o Prêmio Shell de melhor atriz há cerca de duas décadas.
- Bonder afirma que a alma imoral é a parte autônoma da pessoa, capaz de escolher mesmo diante de convenções; a essência não mudou, o tom variou com o tempo.
- O autor diz que a maior imoralidade atual seria o artificial; seu próximo livro, “A Segunda Mordida”, será lançado pela editora Rocco em outubro.
A peça brasileira A Alma Imoral entra em uma temporada especial entre os dias 19 e 21 de junho no Teatro Municipal Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. A montagem, estrelada por Clarice Niskier, é baseada no livro de Nilton Bonder e tem supervisão de Amir Haddad. Ao longo de 20 anos, já atraiu mais de 750 mil espectadores e rendeu o Prêmio Shell para a atriz.
A obra explora a ideia de uma parte autônoma da pessoa, capaz de fazer escolhas próprias mesmo diante de pressões sociais. Segundo o autor, a tensão entre pertencimento e liberdade explica a longevidade da montagem.
Perspectivas do autor
Vinte anos depois, Nilton Bonder mantém os conceitos centrais do livro, mas amplia a compreensão sobre diversidade e compaixão. O tom da obra, dizem ele, ganhou nuances sem alterar a essência, enquanto o diálogo com o público inspirou leituras adicionais.
Caminhos futuros
Sobre a pergunta de envelhecimento da alma imoral, o autor afirma que apenas verdades apresentadas como universais envelhecem. Ele aponta que obras que funcionam como lentes para entender a vida preservam sua relevância ao longo do tempo.
Novidades editoriais
O próximo livro de Bonder, intitulado A Segunda Mordida, está programado para lançamento pela editora Rocco em outubro. A obra deve abordar temas relacionados a transgressões e decisões morais em novos desdobramentos.
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