- O documentário How to Live on Earth, apresentado por Benedict Cumberbatch, oferece ações reais que indivíduos e comunidades podem adotar para enfrentar a crise climática.
- Foca em medidas de base e evita apenas retratar desespero, mantendo um tom informativo e positivo.
- Aborda a questão do consumo de carne, mencionando que substitutos à base de carne ainda não são perfeitos, mas há melhorias em andamento.
- Explora iniciativas de bio-investimento voltadas à regeneração ambiental e mostra um instrutor de cura na floresta na Coreia do Sul.
- O filme também valoriza políticas públicas, como a integração de áreas verdes em cidades, citando a visão de Dan O’Neill sobre Cingapura, e destaca que grandes medidas globais podem ser necessárias, com ações locais ainda assim relevantes; estreia no Reino Unido em 26 de junho.
O documentário How to Live on Earth, dirigido por Fredi Devas e apresentado por Benedict Cumberbatch, foca em ações positivas diante da crise climática. O filme reúne contribuições de diferentes especialistas e é apresentado em Londres, no Natural History Museum.
Ao longo da produção, são exploradas alternativas reais que indivíduos e comunidades podem adotar. Não se trata apenas de avisos, mas de medidas que já estão em andamento para proteger o meio ambiente.
A obra retorna a temas como o impacto da carne na forestação, apresentando estimativas sobre como a redução do consumo pode influenciar as áreas de cultivo. Também discute substitutos de carne à base de fungos, ainda em desenvolvimento, e novos modelos de investimento que alugem o capital para regenerar ecossistemas.
Abordagens e desdobramentos
O filme inclui ainda relatos de uma instrutora de restauração de florestas na Coreia do Sul, que usa espaços de mata para terapias. Em contrapartida, Dan O’Neill visita Cingapura, destacando políticas de integração de áreas verdes na cidade. Os trechos sugerem que o desenho urbano pode favorecer a resiliência ambiental.
A produção aponta a necessidade de ações de bases e de governos em conjunto. Embora pressões por medidas estruturais venham de níveis elevados, a obra reforça que iniciativas locais permanecem relevantes para a conservação.
How to Live on Earth chega aos cinemas do Reino Unido em 26 de junho.
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