- Filme sobre Michael Jackson tornou-se a biografia mais lucrativa de todos os tempos, acumulando $977m no mundo e ultrapassando Oppenheimer.
- Lançado em abril, teve $217m de receita mundial na primeira semana.
- Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson, interpreta o papel principal; Antoine Fuqua dirige o filme, produzido pela Lionsgate.
- Críticos dividiram opniões: alguns elogiam para fãs, mas houve acusações de “whitewash” e de omitir acusações de abuso sexual devido a um acordo de confidencialidade.
- O filme estimulou o streaming das músicas de Michael: Billie Jean é uma das mais ouvidas no Spotify, e o artista liderou as paradas no Reino Unido após o lançamento.
Michael Jackson: filme atinge recorde de bilheteria entre biopics, com 977 milhões de dólares globais. A produção superou Oppenheimer para se tornar a mais lucrativa entre biografias de pessoas reais.
Dirigido por Antoine Fuqua, o longa conta a história do astro desde os Jackson 5 até o reinado como Rei do Pop. Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, interpreta o titular; Colman Domingo e Nia Long são seus pais.
Lançado em abril, o filme abriu com 217 milhões de dólares na estreia mundial. O título confirmou-se como o mais bem-sucedido da Lionsgate, à frente de outros biopics musicais.
Recepção crítica e bilheteria
Apesar das críticas apontarem uma abordagem mais contida, fãs de Michael Jackson mostraram forte engajamento. Jaafar foi elogiado pela atuação, especialmente na relação com o tio. Algumas recensões apontaram distorções.
O filme também gerou discussões sobre a não abordagem de acusações de abuso, mantendo NDA histórico. Mesmo assim, o longa atraiu audiência global e manteve boa performance nas plataformas.
Impacto cultural e futuro
Além da bilheteria, houve aumento no streaming das músicas do artista. Em avaliações de plataforma, Jackson liderou listas por cidades e países, com destaque para Billie Jean em streaming mundial. A Paramount confirmou planos para novos projetos sobre a vida do artista.
Entre na conversa da comunidade