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HQ de Supergirl com arte de brasileiros inspira filme

Filme adapta HQ de Tom King com arte brasileira, promovendo Supergirl mais sombria e novo elenco para ampliar o DCU

'Supergirl' chega aos cinemas adaptando HQ assinada por Tom King, Bilquis Evely e Matheus Lopes
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  • O filme “Supergirl” chega aos cinemas na quinta-feira, dia 25, apresentando uma nova geração da Garota de Aço.
  • A história é adaptação da HQ Mulher do Amanhã, escrita por Tom King com arte de Bilquis Evely e Matheus Lopes.
  • A protagonista não seguirá décadas de histórias anteriores; a trama é fechada e baseada na HQ de King, Evely e Lopes.
  • Milly Alcock substitui Melissa Benoist no papel de Kara Zor-El, buscando um tom mais realista e pragmático.
  • A HQ acompanha Ruthye, jovem fazendeira de rochas, que se une à Supergirl em uma jornada de vingança envolvendo genocídios, violência espacial e o conflito com o vilão Krem.

O filme Supergirl chega aos cinemas nesta quinta-feira, 25, trazendo uma nova geração da Garota de Aço. O recurso principal é a adaptação da HQ Mulher do Amanhã, publicada pela DC Comics, com roteiro de Tom King e arte de Bilquis Evely e Matheus Lopes. A produção foca uma leitura fechada da história.

Na origem, a Supergirl do cinema em 2026 difere das versões anteriores. Ela não se baseia em décadas de quadrinhos, mas na narrativa criada por King, Evely e Lopes, que ganhou destaque após o lançamento da HQ. A trama acompanha uma jovem guerreira com traços dramáticos distintos.

A HQ Mulher do Amanhã foi lançada com Ruthye, filha de fazendeiros de rochas, em um planeta remoto. Ao ver seu pai morto, Ruthye busca vingança ao lado de uma mercenária. A Supergirl entra na história para enfrentar ameaças cósmicas e salvar um supercão ferido.

Krem das Colinas Amarelas atua como vilão central, com flechas envenenadas que ferem Krypto. A dupla Kara e Ruthye segue juntas para enfrentar esse antagonista, perseguindo pistas que cruzam diferentes planetas e dimensões.

A obra mescla noir, ficção científica e faroeste, mantendo o foco na violência e na violência de genocídios cometidos por Saqueadores. Em trechos marcantes, Kara ajuda a conduzir a narrativa sem abandonar sua ética de proteção da vida.

Ao contrário de Krypton, Krypton não é a origem de Ruthye. A história mostra a destruição do planeta desde a infância de Kara, com impactos no ambiente e na saúde de entes próximos, moldando o comportamento da heroína ao longo da trama.

A relação entre Supergirl e Ruthye é central, com Kara protegendo a jovem de traumas ao longo da jornada. Em determinados momentos, a heroína revela sacrifícios para evitar que Ruthye sofra o mesmo destino violento.

A recepção crítica à HQ foi positiva, com reconhecimento de qualidade artística. Bilquis Evely foi premiada em 2025 com o Eisner, destacando a parceria com Matheus Lopes e Tom King. A obra também foi indicada a prêmios de prestígio, como Hugo Awards.

Mudança de elenco e tom

A atriz que interpreta a Supergirl no cinema de 2026 é Milly Alcock, conhecida por A Casa do Dragão. A escolha marca uma transição do DCU para um retrato mais realista e pragmático da personagem, diferente da versão de Melissa Benoist no Arrowverse.

Os trailers indicam tom mais dramático, com humor presente, porém menos dominante que em outros blockbusters. A adaptação de Mulher do Amanhã pede uma encenação que privilegia situações tensas e personagens complexos.

O lançamento reforça o posicionamento da DC de explorar novas leituras da heroína, afastando-se de adaptações apenas baseadas em décadas de histórias. A produção busca oferecer uma experiência coesa entre HQ e cinema.

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