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Xica da Silva, clássico do cinema setentista brasileiro, volta aos cinemas em 4K

Com exibição prevista em todo o país, longa foi visto por mais de 3 milhões de pessoas no lançamento original

Personagem Chica da Silva no filme Xica da Silva de 1976
Personagem principal do filme é inspirada na figura de Chica da Silva - Foto: Divulgação/© Vitrine Filmes

Nesta quinta-feira (16), o Brasil volta a receber nas telonas um dos filmes mais influentes do cinema nacional. Xica da Silva, de Cacá Diegues, lançado originalmente em 1976, volta a ser exibido em salas do país, agora em 4K. A iniciativa faz parte do projeto Sessão Vitrine Petrobras, que busca revitalizar obras importantes do audiovisual […]

Nesta quinta-feira (16), o Brasil volta a receber nas telonas um dos filmes mais influentes do cinema nacional. Xica da Silva, de Cacá Diegues, lançado originalmente em 1976, volta a ser exibido em salas do país, agora em 4K.

A iniciativa faz parte do projeto Sessão Vitrine Petrobras, que busca revitalizar obras importantes do audiovisual brasileiro. 

O filme já havia sido exibido no 21° Festival de Cinema de Ouro Preto no dia 28 de junho, de acordo com informações do jornal Alma Preta.

Na última terça-feira (14), ele voltou à tela na Sala José Wilker, no Rio de Janeiro. A pré-estreia contou com a presença da atriz Zezé Motta, protagonista do filme, e da viúva do cineasta, Renata Magalhães.

O longa-metragem é inspirado na história de Chica da Silva, uma mulher negra e escravizada que conquistou a liberdade no Brasil colonial do século XVIII.

Após a alforria, como conta a sinopse, ela ascende na hierarquia social e se envolve amorosamente com um representante da Coroa portuguesa, tornando-se “Rainha do Diamante”.

O filme recebeu diversos prêmios, como os Troféus Candango no Festival de Brasília de 1976, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor (Cacá Diegues) e Melhor Atriz (Zezé Motta).

Também foi destaque internacional, como no caso do prêmio Air France de Cinema, em que ganhou os troféus de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz.

Completando em 2026 50 anos de lançamento, o longa permeia a história do audiovisual brasileiro. Na década de 1970, levou mais de 3 milhões de espectadores aos cinemas, e agora no século XXI, busca levar a trama para as novas gerações.

Com informações da Agência Brasil

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