A artista, que cresceu em um lar amoroso e financeiramente estável no Rio de Janeiro, compartilha sua trajetória marcada por desafios e superações. Em sua adolescência, engravidou de um namorado e, após decidir pelo aborto em uma clínica clandestina, enfrentou complicações graves de saúde, incluindo uma peritonite que quase a levou à morte. Essa experiência […]
A artista, que cresceu em um lar amoroso e financeiramente estável no Rio de Janeiro, compartilha sua trajetória marcada por desafios e superações. Em sua adolescência, engravidou de um namorado e, após decidir pelo aborto em uma clínica clandestina, enfrentou complicações graves de saúde, incluindo uma peritonite que quase a levou à morte. Essa experiência a deixou com apenas um ovário para futuras gestações.
Aos 24 anos, conheceu seu futuro marido em um encontro casual no trânsito, o que a fez acreditar que ele seria o amor de sua vida. O casal se casou rapidamente e, aos 28 anos, decidiu ter filhos. Após uma tentativa frustrada, optou pela inseminação artificial, resultando em uma gestação de quíntuplos, dos quais apenas quatro sobreviveram ao nascimento prematuro. Tragicamente, os bebês não resistiram devido a complicações respiratórias, e a artista enfrentou a dor de descobrir que seus filhos foram enterrados de forma desrespeitosa.
Determinada a honrar a memória dos filhos, a artista desenterrou os bebês e os reenterrou dignamente. Após essa perda, enfrentou a esterilidade e se dedicou à cura espiritual por três anos, utilizando práticas como preces e cromoterapia. Sua fé foi recompensada quando engravidou novamente, dando à luz Bruno, hoje com 25 anos. Em seu livro “Todas as minhas mortes”, ela retrata a força feminina e como suas experiências dolorosas se transformaram em criatividade e arte, que sempre foram seu refúgio.
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