A crescente violência contra cristãos na África tem gerado preocupação internacional, especialmente na República Democrática do Congo (RDC) e na Nigéria. O evangelista Franklin Graham alertou sobre a situação alarmante em suas redes sociais, destacando ataques recentes que resultaram em mortes e um êxodo de 16 milhões de cristãos.
Recentemente, Graham mencionou um massacre em Komanda, onde 49 fiéis foram mortos durante uma vigília em uma igreja. Relatos indicam que nove crianças foram decapitadas por membros das Forças Democráticas Aliadas (ADF), um grupo vinculado ao Estado Islâmico. Outro ataque, em Kasanga, resultou no sequestro e assassinato de pelo menos 70 cristãos.
A situação na Nigéria
A Nigéria também enfrenta uma escalada de violência religiosa. Graham informou que mais de quatro mil cristãos foram mortos no último ano, com ataques coordenados por extremistas da etnia fulani que deixaram mais de 200 civis cristãos mortos em junho. A organização International Christian Concern relatou que as vítimas incluíam crianças e idosos, mortos em emboscadas.
A perseguição religiosa tem levado a um êxodo silencioso, com mais de 16 milhões de cristãos deslocados na África Subsaariana. Graham descreveu a situação como um horror inimaginável, ressaltando que não se trata de incidentes isolados, mas de uma realidade contínua. Ele pediu orações pela comunidade cristã perseguida e agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, por sua condenação aos ataques e apoio à liberdade religiosa.
A Missão Portas Abertas continua a monitorar a situação, destacando que tanto a RDC quanto a Nigéria estão na Lista Mundial da Perseguição 2025, ocupando a 35ª e a 7ª posições, respectivamente.
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